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domingo, dezembro 28, 2008

Para variar o que me fez mesmo falta ninguém se lembrou



A falta que me fez um ombro a quem me encostar e chorar até cair para o lado. E não, as paredes não fazem o mesmo efeito, muito menos a almofada. Ainda só passou uma semana mas só ontem voltei à base, e falta lá algo que já não volta...

sexta-feira, dezembro 26, 2008

Cid agora e Cid sempre... o Cid ataca sempre no Natal




Madrugada de Natal. 3 da matina. Tequilhas para aqui, tequilhas para ali, vinho do bom, cardhu do melhor. Zapping no meio do cumbibio e o que estava a dar na rtp1 : Concerto de José Cid. Serviço público no seu melhor. Grande cumbibio que para aqui houve. E além do karaoke, que pelo menos que me lembre não trouxe os vizinhos cá acima, também conseguiu mandar as visitas embora, vencidas pelo cansaço.

Qualquer dia ainda me rendo ao gajo. A verdade é que é um tema recorrente, ainda agora fez um ano estava eu a ser atacado por ele aos berros. E também soube que deu entrada há tempos em Berlim um cd do marmanjo, que fez grande sucesso. Cá para mim quando o homem morrer vão descobrir que era um grande artista. Ou não. Todo o mundo cantando: "Na cabaaaaaaaaaaannnnnnaaaaaaaaaaaa"

P.S: O levantamento no dia de Natal deu-se com alguma dificuldade. Mas consta que foi geral. É o que dá a gente só se encontrar uma vez por ano ou pouco mais. Deu para esquecer os problemas, e continuo na minha, o Natal havia de ser quando o homem quer, e o homem havia de querer mais vezes e com menos prendas.

AFINAL TAMBÉM QUERO!



A bimby... faz... mojitos...e margaritas... eu queeeeeeerooooo!

Por falar em protagonismo

Deu entrada na família, mas no extremo algarvio, um bicho destes:



O drama, o horror, a tragédia, nunca mais vamos ser os mesmos. A mim e ao outro ainda não nos dobraram, mas está para breve. Eu ainda acho que um aparelho demoníaco que facilita os cozinhados, principalmente porque obriga a malta a seguir regras, e dá 3 ou 4 passos de avanço na cozinha não devia ser tão cara, mas isso sou eu, que só recebo uma vez por mês e para aí metade do que acho que tenho direito, mas é a vida.

P.S: Não digo que não era gajo para ter uma. Pelos sumos "instantâneos" não me levavam, mas vejo ali caipirinhas "instantâneas", gelados instantâneos, e depois para ser saudável sopas instantâneas. Mas só vendo. E com desconto.

Los tres amigos



Tirando eu, que me deu para fazer coisas, não sei se para ver se a malta alegrava ou se para ver se não desatava a chorar, cá estão os protagonistas do natal (agora) passado. Houvesse mais tequilha, e tinha ido, eu bem que não queria mas pelos vistos tenho de voltar ao México a mandar encher a garrafa. O bolo de chocolate que deu trabalho e trabalho já quase se foi, os ultimos candidatos que apareçam brevemente senão nem raspas. O doce da casa do costume, a verdadeira bomba calórica não fui eu, mas lá chegarei. O picante mexicano exxxtra tem feito mossa, tem posto uma grande quantidade de marujos a ganir, sendo que até agora só um consegue comer daquilo à colher, mas cá a mim dá-me ideia que é gajo para morrer novo, aquilo dói tanto que não há-de fazer muito bem.

Natal quase completo




E assim se ocorreu. Conseguiu-se arrastar o local do sitio do costume, para ser menos sombrio, e por cá estivemos. Filhozes de altissimo gabarito feitas pela malta jovem, três estarolas com pretensões de montar uma barraca de farturas, um bolo de chocolate épico que foi apelidado de gourmet e obra de arte e assim, e eu tudo bem, e mais meio milhão de calorias todas a gritar por mim à mesa. E de seguida eu novamente na versão fada do lar ganhei um certificado de padeiro para juntar ao de pasteleiro, está ali uma máquina demoniaca oferecida à casa mas que como só eu é que consigo ler o manual sem adormecer, vai sobrar para mim. Mais um leite creme feito à pressão com toda a gente aos berros a dizer que era muito díficil e que entretanto já se acabou. Muito cumbibio, muita risada, e as capelinhas voltam a ter de ser sempre corridas porque a malta teima em não se juntar, cada um com a sua desculpa. Já agora, não tenho noção de andar sempre assim tão atrasado para me desatarem a oferecer relógios, quer-se dizer, não havia necessidade.

quinta-feira, dezembro 25, 2008

Meio natal

Eu diria que este natal se encontra recuperado. O meu bolo extra chocolate especial de natal derrotou esta malta toda, e as garrafas de tequilla e whisky também devem ter ajudado. E dou-me por alegre por estar vivo, após ter sido forçado a entrar numa fnac numa véspera de natal às 17.45, e ter visto coisas que não desejo a ninguém, principalmente a largada de touros quando disseram que a loja fechava às 18h. Prefiro 1000x os tubarões. Viva o consumismo e assim, e abaixo a crise, que essa é só para alguns. E entretanto se a coisa acabou a esta hora, é porque não deve ter corrido mesmo nada mal. Obviamente as sombras negras por cá continuam, mas é tudo bom sinal, sinal que não nos esquecemos de quem falta.

quarta-feira, dezembro 24, 2008

Obras de recuperação de um natal que esteve em risco



A coisa vai-se compor. Digo eu. Já estão ali duas experiências científicas que denominei por bolo de chocolate A e bolo de chocolate B, principalmente o segundo parece no mínimo épico. Pode ser que com este clima haja menos "sangue" à mesa (se bem que duvido), e cá estaremos para falar de tubarões quando for preciso desviar a conversa. Bom Natal para mim e também para bocêzes.

quinta-feira, dezembro 27, 2007

Rica prenda



Se calhar esquecia isso das resoluções de ano velho, metia um laço na cabeça e ia ver se me oferecia a alguém. Agora até sou mais maneirinho, cabo em qualquer lado.

quarta-feira, dezembro 26, 2007

Houvesse um natal todos os dias

Dando aqui uma volta de 180 graus no assunto, já regresso aos peixes mais tarde, hoje está a ser um dia de "trabalho" muito cansativo e tenho de ir para casa dentro de momentos.



Há-de haver mais Natais, penso eu de que. Esta vai legendada e tudo para se houver problemas com o inglês. E já agora, surgiu-me aqui uma dúvida não directamente relacionada no entanto com alguns pontos em comum, quem será esse tal de Carlos? (esta só é atingível por mim e mais ninguém, é que mesmo, há duas hipóteses, uma pela melhor outra pela pior, há que investigar mais fundo o assunto)

terça-feira, dezembro 25, 2007

Nunca mais é Natal

E pronto mais um Natal. O cumbibio correu pelo melhor, os doces lá foram sendo consumidos a conta-gotas para ver os que se aguentavam. Houve umas faltas justificadas ao cumbibio mas isso é o costume, somos poucos mas mesmo assim juntar tudo implica muito boa vontade e muito trabalho, e é coisa para ocorrer uma vez de 10 em 10 anos, assim sempre sabe melhor.

Em relação às prendas também me parece que não me saí muito mal. Deixei toda a gente surpresa e satisfeita. Ou isso ou são bom actores. A coisa deu trabalho e mesmo com pouco tempo acho que me saí bem. Lá surgem novamente as faltas mas não deu para toda a gente, é a vida, hão-de haver mais natais e carnavais. Ainda me faltam algumas entregas, há que ver e tal, portem-se bem senão ainda podem ser canceladas. Em relação a recebimentos estou farto de dizer que não ligo muito a isso, mas pela originalidade gostei dos boxers do pato, e da foto do ciclista anoréctico com cara de mau, essa vai já para a colecção.

No meio disto só houve uma coisa que pronto, não se faz. Acordar no dia de Natal com José Cid numa cabana junto à praia há-de ser o pior pesadelo de qualquer um. É que não se faz, porra porra.

Jose Cid - Na caba...

segunda-feira, dezembro 24, 2007

Acho que é desta que vou saber o que é uma gastrocoiso




E viva o Natal. E apesar de ter perdido dois quilos nos ultimos 3 dias e de andar cheio de dores de barrigas e diarreia, olhando para a mesa de Natal cheia de doces com bom aspecto e a chamar por mim, venham cá dizer-me que não posso comer e não sei quê chá com torradas e não sei quê canja e tal, está tudo doido ou quê? Eu nem gosto muito de chá, e a ultima vez que o bebi foi no Cairo, e tive de ir chamar pelo senhor gregório logo a seguir, sendo que a brincadeira ainda me ia saindo cara, porque a casa de banho ficava no segundo andar, e eu fiquei-me pelo primeiro, ainda por cima sem dinheiro para gorjetas no bolso.


Já dizia o outro, "Se a vida são dois dias, ao menos que calhe pelo Natal". Bom Natal!


P.S: Sim eu já regressei aos trilhos. Sim ontem mesmo. Siga para bingo. Confesso que levei papel higiénico no camelback, por via das dúvidas.

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Somos o mundo

E porque é natal:




Ou como se poderia chamar hoje em dia : "Um bando de gente foleira e mal vestida a cantar toda junta". Mas o que conta é que na altura era o que tinhamos. Se são estas recordações que nos ficam, é porque valeram a pena. E ainda bem que as cassetes gravadas numa mega câmera de filmar com as figuras de urso familiares cá de casa estão todas escondidas. Ou não.

sexta-feira, dezembro 22, 2006

É Natal, É Natal, leim leim leim leim leim

Ho-Ho-Ho-Ho



Ontem começou o campeonato com 4-0, até que nem foi mau de todo, o pior foram mesmo as próximas 13 jornadas. E é tão mas tão Natal que até o Kikin marcou um golo, e o Beto acertou dois ou 3 passes e o estádio inteiro chamou por ele para marcar um livre. E se não fosse a simulação perfeita dele a marcar o livre (ou o colega a tirar-lhe a bola da frente quando ele ia chutar) muito possivelmente provavelmente não tinha sido golo.

segunda-feira, dezembro 18, 2006

Eu tenho orgulho orgulho em ter uma vaca,vaca,vaca,vaca


É Natal, leim leim leim, e cá está a primeira prenda. Hmmm atentendo aos tempos que correm, acho que é de bom tom chamar-lhe Carolina. Não percam os próximos episódios porque eu tb não.

domingo, dezembro 10, 2006

É quase Natal


É quase natal e alguns de nós estão numa situação complexa. Alguns de nós ainda não compraram sequer uma prendinha e moram no seio de uma família consumista. Porque é que se diz que o Natal é quando o homem quer e este homem queria o Natal noutra altura e não pode ser nada?