sexta-feira, janeiro 30, 2009
Por estas e por outras é que o Vale e Azevedo continua solto e estes continuam lá dentro
Parece que o termo técnico é "SemEspertoNosCabeça".
Dez milhões é muita milhão
quinta-feira, janeiro 29, 2009
A nossa reporter no local confirma
Em Amesterdão, tabaco nas coffee-shops é que nem pensar, nem pensar nem vê-lo, nem sequer mostrar os maços. Muito menos álcool, só aguinha e suminhos, e obviamente cházinhos, vá-se lá saber do quê. Agora charros, isso com fartura, e de todos os tamanhos e feitios, e até desatar tudo a ver elefantes cor-de-rosa a andar graciosamente de skate.
sexta-feira, janeiro 23, 2009
Telegrama para uma arquitecta perdida em amesterdão
Cumprimenta os ratos por mim STOP Traz ganza que cá é mais cara STOP Beijos e boas férias
quinta-feira, janeiro 22, 2009
A estudar o dialecto local
Para a ideia que anda a germinar de ainda dar um saltinho este ano à terra das vacas açoreanas . A ver só se não faço como certos individuos que nem para ir de férias se levantam a horas, é que cá a mim não me entra na cabeça como é que se perde um avião, ainda umas chaves ou uma pen usb, ou até mesmo uma carteira isso é relativamente normal, agora uma coisa daquele tamanho?
quarta-feira, janeiro 21, 2009
Velórios, funerais e afins
Pois é, já lá vai um mês. Já começa a ser altura de se aligeirar o assunto, a vida lá continua. Sendo assim vamos ao assuntos recorrente, os velórios: o reencontro de pessoas que não se vêem há anos (nalgum dos casos chegou ás dezenas), que iniciam a conversa trocando uma quantidade gigantesca de frases feitas (vulgo desbloqueadores de conversas ,"pois é, pois é, é melhor assim", "é a vida", "vamos todos lá parar","é para lá que caminhamos", "ena pá 30 anos, cheio de cabelos brancos, então quando é que te casas? (*) ") e depois aproveitam o encontro para recordar momentos. Até aqui julgo que não estou muito longe de qualquer velório. No entanto, apesar de eu não ir a muitos, este teve momentos que eu em certa medida considero inéditos, e que atingem um nível que não está ao alcance de qualquer fedorento deste país:
- falou-se de bimbys e marcaram-se demonstrações;
- circulou uma história de uma sopinha de tartaruga, ou se preferirem tartaruga suada, desgraçado do animal mal sabia o destino que lhe ia calhar quando emigrou para o algarve, à espera de praia e acaba seco seco sem vestígios de humidade;
- falou-se de mergulho, ui muito mergulho, pode ser que mais algum se tenha convencido. E quem fala de mergulho acaba por ir dar aos tubarões, e para tubarões estou cá eu;
- dos tubarões passa-se aos marinheiros, e daí aos filmes de terror à deriva. Que são impressionantes por ser tão simples mas tão "possíveis"...
E por aqui me fico com a noção que devo ter convencido alguns do que já sei, que nesta família de gente doida, a unica diferença para as outras é que para já nenhum tem ainda o atestado passado, mas é coisa para ser porque também ninguém vai ao médico. Quanto ao funeral prefiro não entrar em detalhes, não consigo ver piada em parte nenhuma, nem sequer na conversa que o coveiro achou importante ter sobre os caixões que estavam lá no buraco, e que meteu termos como sacos de plástico, fraldas, ossos de muito boa qualidade ainda inteiros, caixões podres,
(*) - Estou farto de dizer, acho que não fiz mal a ninguém, prefiro 1000 x mergulhar com tubarões...
terça-feira, janeiro 20, 2009
Marciano desde pequenino
Até que ponto era preciso um teste para saber isto?
You Are From Mars |
You're energetic, athletic, and totally hyperactive. You love playing sports and being in the middle of all of the action. You're independent, courageous, and brave. You aren't afraid to do things your way. As Mars, you can be reckless, quick tempered, and a little too spontaneous. So think before you act - and resist your natural urges to dominate others. |
sábado, janeiro 17, 2009
Só ganham juízo quando o primeiro se esborrachar... Já agora, onde é que me inscrevo?
wingsuit base jumping from Ali on Vimeo.
First we try to get far away from the wall as much as possible, and now it's getting boring so we play around...
sexta-feira, janeiro 16, 2009
quinta-feira, janeiro 15, 2009
terça-feira, janeiro 13, 2009
Adeus até qualquer dia
Cá está a resposta aos meus problemas. Está bem que só dura 6 meses, mas serve. E eu sabia que o video dos tubarões ainda havia de servir de CV para alguma coisa.
"What we want this person to do is travel throughout the Great Barrier Reef and just try every experience, every adventure they can find and report back via blogs and video to tell the world why Queensland is a great place to come for a holiday."
Com anúncios destes conheço uma empresa que em vez de receber 0 currículos por dia quando mete anúncios, recebia uma pazada deles. E ainda dizem que há desemprego, pfff.
segunda-feira, janeiro 12, 2009
sexta-feira, janeiro 09, 2009
Arrumação por camadas
Eu tentei
quinta-feira, janeiro 08, 2009
Não se esqueçam de levar trocos para as gorjetas
Toca a tirar as ceroulas do baú
Prometo que amanhã vou tentar levantar-me mais cedo para chegar ao carro a tempo de ainda apanhar tudo congelado. E sim, quando era puto foi forçado a usar a bela da ceroula, e por aquilo que tenho visto em certas fotos, nem foi das peças de roupas mais desprestigiantes que usei...
terça-feira, janeiro 06, 2009
No meu tempo isto não era nada assim

Eu ainda sou do tempo em que o Natal cá em casa não eram só prendas, em que se fazia um presépio, no mínimo épico, com para aí 3500 figuras, com um rebanho de ovelhas de meter inveja a qualquer agricultor que se preze, e com direito a uma panóplia imensa de figuras, em que nem sequer faltava o Santo António, um lago (que era um bocado de vidro espelhado) com uma ponte e patinhos, musgo a sério resgatado na maior parte das vezes da Lagoa Azul e uma palhota feita não sei muito bem por qual dos artistas, com madeira e cortiça e palhas por cima. Nessa altura também ainda se fazia uma árvore de Natal, daqueles pinheiros a sério que se ia comprar a Sapadores ou se ia buscar à terra, que enchiam a casa de agulhas e que conseguiam ter mais ornamentos que a quantidade de figuras do presépio. Uns anos mais tarde, passou-me ao musgo comprado na praça ou em spray, e uma árvore no mínimo raquítica artificial, que só se aguentava em pé encostada a um móvel. Hoje, temos um presépio ali num buraco do móvel, só com os artistas principais, que fica montado durante anos a fio, e a árvore, já menos raquítica mas também artificial, está montada e enfeitada a 100kms de casa onde ninguém passa o Natal, mas isto o que conta é a intenção. Sendo assim hoje, dia de Reis, não há grande coisa para desmontar, só falta entregar uma souvenir para fechar as contas natalícias, e faltam chegar uns quantos postais de Natal, sinceramente não faz grande sentido estarem a chegar um por dia se foram todos enviados ao mesmo tempo, mas eu já nem quero tentar perceber.
P.S: E porque me lembrei disto tudo? E porquê o afro-ninja? Decorreu nesta casa uma busca incessante e cansativa, de uma imagens inéditas e uncut, de há cerca de 20 anos atrás, de um afro-ninja, que eu prometo que vou encontrar, mas prometo mesmo, se não for em vídeo engulo um sapo e lá terá que ser em foto. Há para aqui material videográfico que resgatei do arquivo, e muito provavelmente de morte certa, e que vou tentar recuperar, material esse que vale milhões nas minhas mãos, mas que pode fazer grandes vítimas nas mãos erradas, oh se pode!
Acordo ortográfico ou orctográfico?
É por estas e por outras que eu acabei por descobrir que afinal não quero voltar nada ao Egipto, o que eu quero é voltar ao Egito. Mas ter com os Egípcios ou com os egícios? Vendo bem aquilo até era bem mais agradável sem eles, mas por vias das dúvidas se calhar o que talvez vá fazer é ir "dar uma volta à terra que tem como capital aquela coisa a quem alguém convencionou chamar cidade que dá pelo nome de Cairo". E é facto ou fato? E baptismo ou batismo? Há-de ou há de? Óptimo ou ótimo? Cacto ou cato? Epá, atalhando e passando ao que interessa, escreve-se vão-se mas é catar ou vão-se mas é cactar?
segunda-feira, janeiro 05, 2009
sexta-feira, janeiro 02, 2009
Ena 2009 começa com um postal
E eu para aqui a falar mal dos correios mexicanos. Dos oito postais que mandei há mês e meio um deles chegou ontem! Ena Ena! E cá para mim foi o raio do mexicano que mandaram a nadar até cá com os postais à porta que se enganou no caminho, o unico postal que chegou deu entrada no Reino Unido, que eu diria que não fica mais perto do que Portugal, mas também já não sei nada, eu próprio vim do México via Madrid.
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