quarta-feira, dezembro 31, 2008

Por falar em 2009



Essa cena das resoluções de ano novo comigo não pegam. A única que paira no ar é o regresso ao Egipto, muito provavelmente apenas naquela do toca e foge, mergulho e pouco contacto, ou então com uma deslocação a Petra na Jordânia para juntar mais uma maravilha à colecção. Cabo Verde também é hipótese, se bem que quanto a mim também dava um pulinho a Madeira e/ou Açores, é preciso ter alguma vergonha para ser mergulhador e gostar do meu país e nunca lá ter ido enquanto não desnacionalizam as ilhas. Adivinha-se também uma troca de carro e de telemóvel, sempre forçada, ou porque acabam os contratos ou porque nunca se sabe se me dá uma daquelas valentes e é desta que troco de emprego (7 anos é muita ano, porra).

Quanto ao resto prefiro não me comprometer com nada. Apenas consigo prometer que em 2009 nuns dias há-de fazer sol, noutros chuva, noutros hão-de nascer pessoas, noutros pessoas hão-de adoecer e se calhar algumas também se hão-de ir embora, alguns dias hão-de correr bem outros nem por isso, hão-de haver jantares com amigos, jantares com família, jantares sozinho ou com o gato, nuns dias hei-de estar doente, noutros hei-de estar impecável, noutros com neura, nalguns sozinho noutros acompanhado, hei-de ver bons filmes e outros que não são grande coisa, o Benfica há-de ser campeão ou então não, a selecção há-de se apurar para a África do Sul ou então hei-de escolher outra para lá ir apoiar em 2010, e por aí em diante. Bom 2009 novamente, e agora se calhar ia andando que isto de estar num escritório quase vazio em véspera de ano novo é deprimente, mais que não seja porque o barulho das teclas faz eco.

Adeus 2008 compulsivo



2008 acaba já a seguir. E bem, parece-me a mim. Um ano que particularmente não me correu nada bem, safaram-se as férias, que ainda deram para manter em alta durante uns dias. Afinal aquela cena da crise dos 30 existe mesmo e anda por aqui, entrei em espiral desde a data fatídica, perdi uma batelada de oportunidades (fatalmente e de vez parece-me a mim, já tirei dali toda e qualquer ideia), começaram os internamentos compulsivos e hospitais e doenças para aqui e para ali, acabando em "beleza" com um funeral (sobre o qual também muito está ainda por dizer) e uma "desengravidez" compulsiva quase em simultâneo, isto tudo com uns pózinhos de reforma compulsiva pelo meio. Há coisas fantásticas não há?

Por sua vez os trilhos foram sendo palmilhados ininterruptamente até aos 30, depois disso parou tudo, mas espontâneamente, e pelo que sei tem sido quase geral, a caminha tem sabido muito melhor, espero o regresso da vontade em força para 2009. Só no mergulho é que tudo correu pelo melhor, muita evolução, muitos cursos, e um fecho em beleza com tubarões e naufrágios na terra dos mariachis.

E enquanto isso cá continuamos em casa alheia, as coisas também estavam progredindo, e chegando à dita cuja foi preciso travar à força, era preciso alguém lá em casa para tentar meter ordem e evitar o caos. Entretanto retomaram as buscas e vejo uma qualquer luz ao fundo do túnel.

E bom, assim me despeço com amizade. Adeus, e um bom 2009, melhor para uns que para outros mas isso é o costume, cada um há-de ter o que merece, pelo menos eu pelos vistos tenho tido.

terça-feira, dezembro 30, 2008

As saudades que eu vou ter da "minha" trituradora de limas e açucar amarelo e picadora de gelo e shaker de novecentos euros




Caipiroscas negras, novamente sem vista para o mar, mas novamente boas como o caneco. Vendo bem eu tenho shakers, e nem gosto de gelo picado, e o açuçar e as limas podem ser esmagados noutro lado hmmmm alguém quer abrir um barzinho com vista para o Tejo? Dizem que é um emprego com saída, leim leim leim

Mais paciência? Oh que porra!

segunda-feira, dezembro 29, 2008

Do you have a deathwish?



Nem por isso. Até porque, pelas minhas contas, ainda me faltam 50, e a este ritmo vão continuar a faltar por mais algum tempo. O problema deste país é que está longe de quase tudo, e os aviões são rápidos mas nem tanto. Se bem que, se formos a ver, no fundo no fundo, estar longe das confusões acaba por ser uma vantagem...

Cheira-me que esteve mais perto que nunca



E com um bocado de sorte a coisa dá-se no próximo evento organizado familiar com direito a prendas. E eu olha, cá o espero de braços abertos.

Momento liga dos ultimos



Eu ia mesmo jurar que já tinha visto isto em qualquer lado. "O senhor árbitro está a ser extremamente incorrecto"... "Você é um penico"... "A sua mãe cheira mal dos sovacos"

Einfach unglaublich! (*)

Ena ena, dizem-me que 2008 vai acabar. Ena Ena andem mas é com isso e depressa.

(*)

E não é que faz mesmo?



Podem não ter vista para o mar. Podia nem sequer estar muito calor, Dezembro nesta terra é o que temos. Até pode a foto estar desfocada e etc porque o telemovel não é grande coisa e muito menos o fotógrafo. Mas que os meus mojitos estavam bons, pois que estavam. Pelo menos eu gostei e não tive reclamações. E é verdade, a bimby faz mojitos, ou por outro lado, eu fiz mojitos na bimby. Nada que um shaker e um picador de gelo não tivessem feito, mas pronto, o que conta é a intenção, e aquela coisa até que funciona. E digo mais, se aquilo fosse 10x mais barato era gajo para comprar uma para o quarto.

domingo, dezembro 28, 2008

Para variar o que me fez mesmo falta ninguém se lembrou



A falta que me fez um ombro a quem me encostar e chorar até cair para o lado. E não, as paredes não fazem o mesmo efeito, muito menos a almofada. Ainda só passou uma semana mas só ontem voltei à base, e falta lá algo que já não volta...

sexta-feira, dezembro 26, 2008

Cid agora e Cid sempre... o Cid ataca sempre no Natal




Madrugada de Natal. 3 da matina. Tequilhas para aqui, tequilhas para ali, vinho do bom, cardhu do melhor. Zapping no meio do cumbibio e o que estava a dar na rtp1 : Concerto de José Cid. Serviço público no seu melhor. Grande cumbibio que para aqui houve. E além do karaoke, que pelo menos que me lembre não trouxe os vizinhos cá acima, também conseguiu mandar as visitas embora, vencidas pelo cansaço.

Qualquer dia ainda me rendo ao gajo. A verdade é que é um tema recorrente, ainda agora fez um ano estava eu a ser atacado por ele aos berros. E também soube que deu entrada há tempos em Berlim um cd do marmanjo, que fez grande sucesso. Cá para mim quando o homem morrer vão descobrir que era um grande artista. Ou não. Todo o mundo cantando: "Na cabaaaaaaaaaaannnnnnaaaaaaaaaaaa"

P.S: O levantamento no dia de Natal deu-se com alguma dificuldade. Mas consta que foi geral. É o que dá a gente só se encontrar uma vez por ano ou pouco mais. Deu para esquecer os problemas, e continuo na minha, o Natal havia de ser quando o homem quer, e o homem havia de querer mais vezes e com menos prendas.

AFINAL TAMBÉM QUERO!



A bimby... faz... mojitos...e margaritas... eu queeeeeeerooooo!

Por falar em protagonismo

Deu entrada na família, mas no extremo algarvio, um bicho destes:



O drama, o horror, a tragédia, nunca mais vamos ser os mesmos. A mim e ao outro ainda não nos dobraram, mas está para breve. Eu ainda acho que um aparelho demoníaco que facilita os cozinhados, principalmente porque obriga a malta a seguir regras, e dá 3 ou 4 passos de avanço na cozinha não devia ser tão cara, mas isso sou eu, que só recebo uma vez por mês e para aí metade do que acho que tenho direito, mas é a vida.

P.S: Não digo que não era gajo para ter uma. Pelos sumos "instantâneos" não me levavam, mas vejo ali caipirinhas "instantâneas", gelados instantâneos, e depois para ser saudável sopas instantâneas. Mas só vendo. E com desconto.

Los tres amigos



Tirando eu, que me deu para fazer coisas, não sei se para ver se a malta alegrava ou se para ver se não desatava a chorar, cá estão os protagonistas do natal (agora) passado. Houvesse mais tequilha, e tinha ido, eu bem que não queria mas pelos vistos tenho de voltar ao México a mandar encher a garrafa. O bolo de chocolate que deu trabalho e trabalho já quase se foi, os ultimos candidatos que apareçam brevemente senão nem raspas. O doce da casa do costume, a verdadeira bomba calórica não fui eu, mas lá chegarei. O picante mexicano exxxtra tem feito mossa, tem posto uma grande quantidade de marujos a ganir, sendo que até agora só um consegue comer daquilo à colher, mas cá a mim dá-me ideia que é gajo para morrer novo, aquilo dói tanto que não há-de fazer muito bem.

Natal quase completo




E assim se ocorreu. Conseguiu-se arrastar o local do sitio do costume, para ser menos sombrio, e por cá estivemos. Filhozes de altissimo gabarito feitas pela malta jovem, três estarolas com pretensões de montar uma barraca de farturas, um bolo de chocolate épico que foi apelidado de gourmet e obra de arte e assim, e eu tudo bem, e mais meio milhão de calorias todas a gritar por mim à mesa. E de seguida eu novamente na versão fada do lar ganhei um certificado de padeiro para juntar ao de pasteleiro, está ali uma máquina demoniaca oferecida à casa mas que como só eu é que consigo ler o manual sem adormecer, vai sobrar para mim. Mais um leite creme feito à pressão com toda a gente aos berros a dizer que era muito díficil e que entretanto já se acabou. Muito cumbibio, muita risada, e as capelinhas voltam a ter de ser sempre corridas porque a malta teima em não se juntar, cada um com a sua desculpa. Já agora, não tenho noção de andar sempre assim tão atrasado para me desatarem a oferecer relógios, quer-se dizer, não havia necessidade.

quinta-feira, dezembro 25, 2008

Meio natal

Eu diria que este natal se encontra recuperado. O meu bolo extra chocolate especial de natal derrotou esta malta toda, e as garrafas de tequilla e whisky também devem ter ajudado. E dou-me por alegre por estar vivo, após ter sido forçado a entrar numa fnac numa véspera de natal às 17.45, e ter visto coisas que não desejo a ninguém, principalmente a largada de touros quando disseram que a loja fechava às 18h. Prefiro 1000x os tubarões. Viva o consumismo e assim, e abaixo a crise, que essa é só para alguns. E entretanto se a coisa acabou a esta hora, é porque não deve ter corrido mesmo nada mal. Obviamente as sombras negras por cá continuam, mas é tudo bom sinal, sinal que não nos esquecemos de quem falta.

quarta-feira, dezembro 24, 2008

Obras de recuperação de um natal que esteve em risco



A coisa vai-se compor. Digo eu. Já estão ali duas experiências científicas que denominei por bolo de chocolate A e bolo de chocolate B, principalmente o segundo parece no mínimo épico. Pode ser que com este clima haja menos "sangue" à mesa (se bem que duvido), e cá estaremos para falar de tubarões quando for preciso desviar a conversa. Bom Natal para mim e também para bocêzes.

terça-feira, dezembro 23, 2008

É só hoje, è só hoje

E agora nunca mais é, foi-se. Estas coisas, apesar de se estar (mais ou menos) à espera, de ser a ordem natural da vida, e de 83 anos serem muitos anos e até uma idade jeitosinha para se ir, epá custam como o caneco. Cá a mim ainda não me tinha calhado, e fui agora levar o primeiro à terra, e porra que dói. Ninguém merece ir assim, com um fim tão sofrido, e agora ficam as saudades, e as conversas que ficaram por se ter. Adeus avô Diogo, até um dia, e que agora finalmente descanses em paz, que nós cá ficaremos contigo no pensamento.


Tubarões pffff, venham eles. Leões, igualmente. Acidentes, atropelamentos, pernas partidas, etc, tudo se cura, a unica coisa que sempre me meteu medo é a morte, mas nem sequer é a minha, é a morte de quem me rodeia, não consigo lidar bem com ela, pode ser que quando for crescido a coisa passe. Eu bem me parecia que este Natal ia ser bem sombrio, não era preciso era tanto. Qual a possibilidade de me fechar em casa até ouvir as 12 badaladas, e deixar acabar o 2008 annus horribilis sem mais qualquer desgraça?

quinta-feira, dezembro 18, 2008

É preciso esquecer para que o cérebro evolua




Pelo menos é o que diz o anúncio. Acho mal que o esquecimento não consiga ser selectivo, e só me esqueço do que me faz falta, do resto nada feito nem à lei da bala desaparece. No entanto permitam-me de qualquer maneira duvidar da afirmação, se fosse verdade verdadinha já me tinha saltado o excesso de cérebro pelas orelhas e já era gajo para ter aqui uma prateleira cheia de prémios nobel.

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Se calhar inscrevia-me enquanto ainda há vagas




Desconfio que esta será bem mais alegre que a minha. E muito menos sangrenta.

terça-feira, dezembro 16, 2008

E porque o pequeno-almoço é a refeição mais importante do dia de trabalho mexicano




Apesar de deixar muito boa gente chocada, isto era um pequeno-almoço para dar inicio a um dia de trabalhos forçados a carregar garrafas no méxico. Ai que saudades, ai ai. Digo desde já que mesmo assim havia campeões que me batiam mesmo sem sair da minha mesa, e nem vou falar nas altas técnicas dos americanos e americanas, capazes de levar 2 pratos em cada braço. Ai ai, o meu reino por umas panquecas de chocolate...

segunda-feira, dezembro 15, 2008

Não fujam não... tubarões pfff até os comemos



Em grande estilo... ou não

Waiting for me & you

Mais do mesmo... não há limites




Nada a dizer, nada de novo, nada para ver, avance avance é circular, circular.

É Natal e o meu presente eu quero que seja...

Paz no mundo... ou isso ou muita pachorra. As dores de cabeça (por inactividade ou quem sabe por causa dos dias de Natal marcados por antecedência para este Domingo, e bem regados e acompanhados) voltaram em força, e hoje no regresso conheci um doido novo, que se divertia a parar, com cara de alucinado, em pé em frente aos carros da malta, para não deixar avançar e a pedir dinheiro. Confesso que espumei um bocado, mandei umas quantas alhadas (que desconfio não percebeu porque tinha ar de russo ou coisa que o valha), passou-me pela cabeça avançar e alegar insanidade temporária, ou mesmo que não o estava a ver bem por causa das dores de cabeça, fiz o meu maior ar de doido varrido que fui capaz na altura, e procurei por alguma coisa debaixo do banco para lhe ir dar um enxerto (por falar nisso é Natal e eu não sei onde tenho a moca). De seguida contei até 10 e ele lá saiu e foi chatear o freguês seguinte.

No fundo no fundo não sei onde isto vai parar, mas espero sinceramente que não lhe volte a pôr a vista em cima, e vou assumir que anda tudo a ficar louco por causa do frio. Doido que é doido não sabe com que doido se está a meter, e é capaz de haver ali no meio da estrada uma disputa para ver quem é o maior doido cá do bairro.

P.S: E já agora, não lhe dei nada, e ao fim de 5 minutos meti um euro na máquina de selos e fiquei sem eles. Mais uma bela oportunidade para usar a moca que me vão oferecer no Natal, digo eu.

Homem que é homem arranca cabeças e parte pernas todo fashion

quinta-feira, dezembro 11, 2008

A ressaca é f*dida



No mínimo desumano e eu que o diga, que de vez em quando lá me calha ir trabalhar ressacado, mas são as contrariedades da vida de quem tem de ir trabalhar para receber.

Prémio "quanto mais conheço as pessoas mais gosto dos animais" do dia

quarta-feira, dezembro 10, 2008

Continuo na minha

Continuo a achar que o conceito de outlet serve só para vender artigos de jeito a preços caros, misturados com artigos que ninguém quis então ficaram em caixotes, e são chamados restos de colecção, para os quais se afixa um cartaz a dizer mega-desconto e que na realidade são ao mesmo preço de todo o lado.

Em que é que me baseio para dizer que ninguém quis? Nada nada:



Ainda por cima agora é Natal, está aqui uma bela prenda, um mealheiro porca em traje de gala. Para quem quiser ir resgatá-las posso dizer onde estão, mas também não deve ser difícil, vêem-se a milhas, e além disso duvido que esgotem, novamente não sei porquê mas é um feeling que tenho.

Contado ninguém acredita


Para evitar as faltas vai-se menos dias ao trabalho. Ah bom. E ir mas é trabalhar como as pesoas, não?

Carpe Diem



Nadar com tubarões, subir e descer ribanceiras, mergulhar em cavernas e navios fechados e escuros, atravessar rios, mandar saltos de 5 metros mais iva para a água, viajar como se não houvesse amanhã, dormir apenas o estritamente necessário para evitar as olheiras, há que aproveitar todos os minutinhos antes que nos liguem às máquinas. Para projectos a curto/médio prazo tenho um safari com leões (a ideia era ir ver os leões na altura que ia à África do Sul ver a selecção que a este ritmo nem lá põe os pés, mas eu quero lá saber, não põem eles ponho eu) , e um salto de queda livre. E não, não tenho desejos suicidas, mas estas cenas fazem um gajo sentir-se vivo, e sabem tão beeeeeeeem.

Vamos supor que ainda é do jetlag



Depois de um gajo se habituar a deitar às seis e acordar à uma da tarde, ainda estou para ver quanto tempo vou demorar a regressar de vez. Diria que o excesso de porcaria a mais na cabeça não ajuda, muito menos os fins-de-semana longos e os jantares de natal muito violentos às terças-feiras. Haveria muito para dizer sobre jantares de natal, mas não temos tempo. Ou temos algum tempo. Jantar de empresa no kais para comer até cair para o lado, seguido de um regresso ao kubo, murcho murcho, e ainda por cima desta vez muito pior acompanhado, mas é a vida, cada um tem o que merece, e eu apesar de reconhecidamente estar uns anos-luz à frente de muita malta que me rodeia, não mereço muito mais.

sexta-feira, dezembro 05, 2008

quinta-feira, dezembro 04, 2008

quarta-feira, dezembro 03, 2008

Los tiburones: Se a vida está sempre a brincar comigo, porque não brincar com ela?

Daqui a uns anos hei-de pensar no risco que corri, e no que acabei por levar toda a gente a correr. Mas soube-me imensamente bem, e repetia-o sem qualquer hesitação. Se alguém tem confiança para levar pessoas a ver tubarões, e indo num grupo semi-controlado de doidos varridos que saibam controlar as emoções e não se borrar nem entrar em pânico perante peixinhos de dentes afiados, não vejo qualquer problema.



Homem que é homem manda-se ao mar para ver bichos com dentuças. Consegui arrastar o resto da malta, a conversa do centro de mergulho de "ah e tal, vejam lá se querem mesmo, pode não se ver nada" deixou-me de pé atrás, fiquei logo com ideia que havia mesmo e que só lá querem levar quem queira ir com muita força. Dentro de água vimos uns vultos grandinhos mas nada a assinalar, até que o guia sacou uma faca, e deu cabo de um peixe inocente que por lá ia a passar e nem tinha nada a ver com o assunto. Aí começa o festival. Paramos os 6 no fundo, 3 em modo papparazi, e ficamos parvos a observar e ser observados por umas bestas maiores que nós. Olha 1, olha 2, 3, 4, 5, 6, 7. Ena já são mais que nós, se calhar era altura de me preocupar naaaaaaaaaaaaaa deixa-me cá tirar mais umas fotos e ficar parvo com vontade vir cá fora rir à gargalhada, com a adrenalina a saltar pelas trombas fora.




Em relação às fotos o mais que posso garantir é que não usei zoom... só passei pelo photoshop porque estavam azuis demais, porque o raios parta dos bichos aproximavam-se mas não tanto que desse para ser iluminados pelo flash, obviamente devia-se ao receio que tinham dos hamburguers com pernas e com maquinetas estranhas disparadoras de luz na mão.

Cá estamos novamente, ou como passar dos 30 graus aos 10 numas quantas horas

Há muita coisa para se dizer sobre o México, over & underwater, muita mesmo. Só preciso de umas 3 semanas para descansar das férias e depois passo a debitar. Mas o melhor que se pode dizer sobre uma viagem é que não consegui chegar a ter saudades disto, por aí se pode concluir que ou foram mesmo muito boas, ou demasiado curtas. Da mesma forma não cheguei a ficar deprimido por voltar, mas neste caso dá-me ideia que foi a tequilla a actuar :P

Ah, infelizmente para mim e para os que me rodeiam, não há souvenirs para ninguém (nem para mim). Não por falta de vontade ou trocos, mas por excesso de peso. Parece que levar quase 40kg em equipamento de mergulho e roupa não é muito saudável para quem apenas pode levar 20kg, sendo obrigado a usar o peso em falta dos outros, o peso da tolerância, e viver no medo sempre que havia de fazer algum checkin. Consegui trazer uma garrafinha de tequilla, dou um shot a cada um (não tenho é copos mas arranja-se em qualquer lado), e tenho também uma garrafa de molho exxxxtra picante, também posso dar shots mas só a quem quiser mesmo muito e prometer que não gane.

sábado, novembro 29, 2008

Há dias assim

Uma coisa era estar cá e nem sequer tentar, outra era ir e não conseguir. Um não queria ir porque podiam haver tubarões e tinha medo, outro porque podiam não haver e só lá havia areia, e outro porque estava enjoado, e eu lá consegui meter ordem na mesa e meter tudo de molho.
A malta vai, desce, e olha um vulto. E vai, e olha um tubarão com 3 metros. Ena outro. Ena 7 á nossa volta a ver o cardápio. Brutal! E com fotos e videos de prova! E ficou tudo vivo para contar a história. Outra com piada é que os gajos estão a 5 minutos de barco da praia, em frente, dá para lá ir a nado. Viva lo mexico cabrones!

sexta-feira, novembro 28, 2008

Postal do méxico

Pirâmides novamente, a história repete-se

quinta-feira, novembro 27, 2008

Era gajo para me habituar a isto

Tequilhas de todas as maneiras e feitios, sol com fartura, ruinas maias com vista para o mar, 27 graus dentro e fora de água, pequenos almoços com crepes de chocolate, mergulhos com barracudas e tartarugas e quem sabe tubarões, mergulho em caverna com fotos e videos geniais, chicas muy guapas, etc. Tempo para ir à praia é que nem por isso, mas se calhar como trouxe os chefes de férias negociamos todos uma semaninha extra de baixa no méxico ;).

sexta-feira, novembro 21, 2008

quinta-feira, novembro 20, 2008

Isto é tudo para comemorar a minha partida? Parem com isso que até me comovem




Tenho alguma pena pelos inocentes que vão morrer, e pela bomba do campo das cebolas que vai arder, assim como o viaduto de alcântara que é tão simpático. Mais aqui e a descrição com agradecimentos e tudo aqui.

E já agora... livrem-se de meter o aeroporto a tremer, ou que vos passe sequer pela ideia cancelar voos. É que livrem-se.

quarta-feira, novembro 19, 2008

Iluminações de Natal

O Terreiro do Paço... à noite... parece... não sei dizer... há que ver... não recomendado a epilépticos... muito menos a nabos susceptíveis a ficar parados a olhar enquanto vão de carro... aquilo deve ser vísivel de Marte... vão lá depressa porque suspeito que quando se der um choque em cadeia eles vão desligar aquilo ou diminuir o ritmo... eu se tivesse uma empresa de reboques montava ali um estaminé até ao Natal.

terça-feira, novembro 18, 2008

Ainda faltam uns dias, mas vamos esperar que não dê azar (bate na madeira...)



Lá vou eu no sábado para far far away. Quando digo longe, desta é mesmo longe. Depois de uma viagem de madrugada para Madrid, e umas quantas horas de espera em Espanha, mas contrariado, quase 11 horinhas de voo em direcção a Cancun. Dar umas voltas, apanhar sol e chuva (se tiver mesmo que ser), descongelar, mergulhar em água morna, mandar uns berros, emborcar umas tequilhas, e largar por lá todas as expectativas que feito parvo andei o ano inteiro a acumular e não deram em nada, só me empurraram para o abismo. Vou ver se mando uns postais, e eventualmente umas fotos atentatórias via mail para o blog, ou mesmo via sms, nunca se sabe. Vou tentar também voltar inteiro, ando à procura de repelente de tubarão touro na net, mas está dificil, e a tendência para de vez em quando deitar sangue pelo nariz deixa-me sempre a pensar que vou tirar umas belas fotos, com as quais vou ficar famoso nem que seja a titulo póstumo.

P.S: Uma boleiazinha do aeroporto no dia 2 à tarde não se arranja não? Troco por uma mexicana, vou levar uma mala grande e estou a contar trazer duas, uma posso dispensar.

P.S.2: Agradeço que se abstenham de comentar o meu grande jeito para o photoshop. O que conta é, como toda a gente sabe, a intenção, e a minha nem foi má. Valha-nos o Estrela da Amadora que mesmo sem ordenados ainda deu luta, e esqueçamos por momentos o jogo com o galacoiso, de má memória para mim e para o maldito carro maldito que me tem acompanhado.

Meramente falando



Este fim-de-semana... aos 33m nas Berlengas... dei de caras com um senhor mero de meter respeito. Por estas e por outras é que o mergulho cá dá uma fome do caneco, ver os peixes que encontramos no prato todos os dias a passear à nossa frente, frescos frescos ainda aos saltos. A quantidade de sapos que tem de se engolir todos os dias para mergulhar cá, e a ganância e falta de organização da maior parte dos centros de mergulho que uso, que só vêem cifrões à frente, é que me anda a começar a meter espécie. Qualquer dia tiro o divemaster e vou dar aulas disto para um país com verão todo o ano, oh se vou.

sexta-feira, novembro 14, 2008

Só me calha é disto



Esta é que era. Com bom aspecto, com preço a baixar até um nível aceitável, e depois de muito trabalho lá se arranja o contacto de venda directo, sem melgas intermediárias. É desta, está encontrado, com quase garagem, com vista, grande Q.B., com quarto de empregada e tudo. Deixa cá só fazer umas perguntinhas antes de marcar visita e levar a mala com as notinhas.

Boa noite. O apartamento é um 5º E ÚLTIMO ANDAR na zona abaixo do Largo da Graça (para o lado de Sta Apolónia). A casa foi toda remodelada em 2003, tendo-me sido vendida logo a segir. As áreas são: sala 20m2, quarto 19 m2, escritório 10 m2, corredor 6 m2, casa de banho 4,5 m2, cozinha 14 m2 com o quarto da empregada transformado em copa (tem pequena casa de banho de serviço). A varanda tem 11 m2 com vista lateral do rio. O prédio está em bom estado de conservação e NÃO TEM ELEVADOR. Se pretender mais alguma informação, disponha.

Sem muito mais a acrescentar



Um, no mínimo. Eu diria antes um duplo, de preferência sem gelo.

quinta-feira, novembro 13, 2008

quarta-feira, novembro 12, 2008

Fartinho de hospitais até à ponta do coiso: as nuvens negras não me(nos) largam este ano



O militar da casa deu entrada no hospital há uns 2 meses com dores de pernas. Umas quantas infecções ,uma pneumonia e um mês depois, sai de lá acamado e mal curado,mas porque havia que despachar visto que uma estadia num hospital custa mais que uma noite num hotel de 5 estrelas, e assim há que correr com a malta.. Ao fim de 3 ou 4 dias volta, desta vez a outro hospital, já não semi-privado, onde apanha mais umas quantas bactérias, desta vez novas para a colecção, e umas antigas que não foram curadas, e onde passa a ser preciso ir lá fazer vigias às horas das refeições, porque "ah e tal tivemos muito trabalho não pudemos dar o almoço hoje". Qualquer dia quando alguém se passar e reclamar a sério, ou partir qualquer coisa, as coisas começam a funcionar, acho eu.

P.S: ultimamente até tem parecido melhor. Até de vez em quando a muito custo vai dizendo umas coisas (ao que isto chegou). E vendo pelo lado positivo, tirando o facto que nem sequer me parece conhecer, ainda há esperança...

Se não consegues dizer o que te vai na alma ao menos escreve-o numa t-shirt

Hei! Gatunos!

Desapareceu de sua casa há meses, leoa como nova duma velhinha. Na ultima vez que foi vista... espera lá... está ali!



Gatunos!

Pá vê lá onde é que te metes, cuidado com as feras subaquáticas (2)



Pá vê lá onde é que te metes, cuidado com as feras subaquáticas (1)





Daqui.

Não há-de ser por isto que eu não hei-de ter um carro a sério



Nunca mais vou usar a desculpa: não quero um Z4 porque não se pode levar bicicleta. E neste caso bicicletas. É uma questão de me confirmarem se cabe a caixa do mergulho na bagageira e vou lá num instante mandar vir um. E não me venham com a conversa de ser ilegal e limites do carro e o catano, o tipo até tem matrícula do corpo diplomático, e toda a gente sabe que eles não fazem nada que não seja legal!



Vendo bem há soluções mais limpinhas. Só me falta o euromilhões, e conseguir dar cabo do gatuno xupista que me tem perseguido. É só um momento.

Oh Meu Deus, ao que a Popota chegou!!!

Tony Carreira inspira Natal do Modelo


O novo spot da Popota, que terá um companheiro masculino, estará no ar no dia 5 de Novembro. Um jogo de computador é outra das novidades da nova promoção do Modelo A Fuel foi a agência responsável pela campanha de Natal do Modelo, em que a protagonista volta a ser a personagem Popota, que desta vez vai ter um companheiro, inspirado no músico Tony Carreira. O spot vai promover o CD de Natal da Popota, um projecto em colaboração com a Cruz Vermelha Portuguesa e RTP, cujo parte da receita irá reverter para a primeira instituição.


Atenção ao video, contém imagens chocantes...


terça-feira, novembro 11, 2008

Já tinha dito que vou ao México em Novembro (3)?

Tenho este site nos meus favoritos. E apesar de bastante longe a minha mais recente preocupação é uma tal de Paloma (nome com direitos de autor mas eu cá não sei de nada, isso se é para ser resolvido é com os americanos). Mas eu quero lá saber. Faça chuva neve ou sol, furacões ou brisas, ondas de 4 metros ou mar chão, lá estarei. Mais que não seja porque ontem ficou confirmado a 99%, está tudo pago.

P.S: 1% fica reservado para o caso de tragédias previstas ou não. E no caso andam para aí uns ventos de leste que ainda não me deixam respirar à vontade. Mas a coisa lá se há-de arranjar. Digo eu.

quinta-feira, novembro 06, 2008

Sr. gatuno xupista

"Fui assaltado 4 vezes no ultimo ano. Como é por demais óbvio não tenho nada de valor no carro. Apesar de gostar bastante das instalações da carglass de alcântara, onde vou inúmeras vezes ler jornais e revistas e até tem cafézinho gratuito, já não me podem ver, sugerindo mesmo que eu parto o vidro de propósito para lá passar. Sendo assim agradece-se que se ponha na alheta, aqui não há nada para ver siga siga, evitando assim partir o vidro triangular direito (como não podia deixar de ser até sei o nome técnico do bicho) e evitando também alguma possível lesão, que o poderá meter de baixa com algum subsídiozinho que ainda sai caro à malta. Cumprimentos à mãezinha, atenciosamente, vá-se foder."

Eu tenho noção que o fim parece um bocado ríspido, mas eu no fundo já não sei o que diga. A solução lança-chamas ou armadilha para ursos é a que me passa pela cabeça todos os dias, mas a questão do coitadinho do gatuno atacado barbaramente que depois ainda me processa e pede subsidio vitalício porque fica inválido torna a coisa um bocado impeditiva.

Pedimos desculpa pela linguagem mas tem de ser dizem que é libertador


FODA-SE! HOUVESSE UM CARALHO QUE OS FODESSE A TODOS!

Pronto é isso. Vá lá desta vez variou, foi à noite e foi ao pé da loja do cidadão. Não bastava ter ido ver os turcos espetar-nos dois na pá, e levo com outra destas quando chego ao carro. Começa a perder a piada, eu que já ando um bocado refundido da vida, passar a vida a levar com merdas destas. HOUVESSE!

Aceita-se companhia para inscrição em actividade altamente agressiva tipo taek-wondo ou full-contact ou mesmo boxe, está mais que visto que o btt e o mergulho não dão para descarregar nem metade do que para aqui se vai acumulando. Não vás à bruxa não, e depois queixa-te.

terça-feira, novembro 04, 2008

Ninguém me arranja um subsidiozinho?

"vais ter relações sexuais?
o governo dá preservativo.
já tiveste?
o governo dá a pílula do dia seguinte.
engravidou?
o governo dá o aborto.
teve filho?
o governo dá o abono de família, com 13º mês.
estás desempregado?
o governo dá subsídio de desemprego.
és viciado?
o governo dá seringa e metadona.
e não gostas de trabalhar?
o governo dá rendimento mínimo garantido!
agora...
experimenta estudar, trabalhar, produzir e andar na linha para ver o que é que te acontece!!!!!
vais ganhar uma bolsa de impostos nunca vista em lugar algum do mundo!!!"

segunda-feira, outubro 27, 2008

A ver vamos se isto era tudo falta de pó nas veias

2 mesinhos sem lhe dar. Ou quase. 2 meses sem agarrar na btt (até ver a bicicleta escapou á minha onda devastadora destruidora) e ir subir e descer a serra. Só depois de lá estar é que vi que tinha umas quantas saudades acumuladas. E desta vez sem aparelhómetros tecnológicos altamente evoluídos (que é como quem diz sem conta-kms porque deixou de funcionar vamos supor que é falta de pilha, e sem gps por opção para ver se escapava vivo). Psilogicamente tenho de me convencer a preparar para dar regresso ás cargas de porrada semanais ou lá perto em duas rodas, e pode ser que a coisa comece a correr melhor. A falta de treino notou-se, e é desumano sofrer tanto de dois em dois meses, convém subir o nível, o que só se consegue em doses repartidas de sofrimento por várias semanas consecutivas.

No entanto o regresso não se deu sem antes ter dado cabo de uma lanterna de mergulho cheia de pilhas recarregáveis, abriu-se no oceano e teve um fim triste. Todo o material que anda comigo já sabe que devia ter seguros de vida, não têem e arriscam-se. Entretanto já me encontro certificado para mergulhar respirando substâncias estranhas (aquilo é ar com um bocado mais de oxigénio que o normal, mas chamando nitrox toda a gente fica a olhar de lado e pensar que é algo de muito sofisticado, e eu tudo bem), e também fiquei aprovado no curso de aperfeiçoamento (até 30 metros, de noite, com bússola, entre outros), e consegui descobrir agora sim que Sesimbra afinal tem o seu potencial para o mergulho (para tudo o resto já tinha atingido), para mergulho até agora pensava que só servia para formação e treino e pouco mais, mas depois de ter lá feito um mergulho simples e ter visto 9 polvos (não não era sempre o mesmo a vigiar-nos), um caranguejo eremita enorme, sargos, carapaus, 2 ruivos enormes a passear e a cumprimentar a malta, uma carta (primo do linguado), diversos e variados cardumes de espécies não especificadas (porra eu não sou nenhum oceanólogo está bem?), e lá está, dois nudibrânquios.

Obviamente a máquina ficou em casa e não tenho provas, e ainda admito que possa ter sido efeito do excesso de oxigénio a mais. O outro individuo que teve as mesmas alucinações que eu por acaso também ia a respirar substâncias altamente sofisticadas que não estão ao alcance dos comuns mortais. Mas vendo bem, se os gases estranhos têm aquele efeito, contem sempre comigo.

quinta-feira, outubro 23, 2008

Já não se fazem nazis como antigamente



Daqui. Estou farto de dizer que o mundo é deles, mas daí até entrar pela extrema direita a dentro (ou vá por trás) ainda vai/ia uma longa distância.

Definição de abutre



Entidade que faz vida à custa da desgraça alheia.

Primeiro temos de efectuar um diagnóstico, este tem o valor de 200.00€+Iva por disco. Não precisamos do Pc, mas dos discos. Depois do diagnóstico efectuado iremos dar-lhe os custos em que fica a recuperação e o tempo médio de recuperação, normalmente o custo minimo de recuperação é de 2500.00€ + Iva, só depois do diagnóstico é que lhe poderemos dar o valor correcto.


"Tá" ceeeeeerto.