segunda-feira, dezembro 31, 2007

Para o ano há mais

Resoluções para 2008 não temos, só ideias embrionárias, farto de promessas minhas estou eu. Esta cena tem que ser pensada e feita em cima do joelho, o que eu precisava mesmo é de uma injecção de inspiração, e de dois pares de estalos. Continuo com falta de vocação e principalmente problema de expressão imensa. A ver se para 2008 sou capaz de dar o melhor de mim, e chutar para fora o que vai cá dentro. Sim porque de posta em posta não se avança muito não senhor.

Uma cabana só para mim ou não seria uma excelente ideia, mas já falo disso há tanto tempo que me começo a irritar a mim próprio. E para o ano int(x)a que até dói. Mas se a coisa for feita com preparação psicológica pode ser que nem doa muito, a ver vamos.

Estão em embrião algumas deslocações ao estrangeiro. É preciso alguns alinhamentos de planetas, mas a coisa há-de se dar, não digo na totalidade mas lá perto. Já há várias solicitações para regressar ao Mar Vermelho, já convenci mais dois marmanjos a ir tirar o curso (sendo que estão inscritos já não há regresso), e já outros que ficaram roídos de não ter ido desta vez estão a tentar desencaminhar. Se não se der, inventa-se outro destino de mergulho, nem que seja já ali aos Açores ou Madeira, eles no fundo no fundo também falam um bocado estrangeiro, e têm peixes com fartura. No europeu Austria/Suiça também vou tentar estar, para isso preciso de colaboração da fpf, vamos ver. Depois (ou antes) há que inovar, se bem que o regresso a Londres não é de descartar, há que esperar que as coisas rolem e páre de chover e nevar. Com isto tudo parece-me que ainda não é este ano que vou fazer contrabando aos EUA. Não há-de ser nada, temos tempo, vamos esperar que o dolar continue a baixar. Viagens de btt ainda não me meto nessa, só se me convencerem com muita força, mas férias são férias, e assim como assim já o mergulho cansa que chegue.

De resto já ando aqui com umas costelas à mostra, se calhar metia-me num ginásio para tentar encher qualquer coisa, porque já vi que a comer não consigo. Não sei muito bem como nem com que tempo nem quando, mas vamos começar a pensar nisso. As pedaladas vão continuar com certeza, salvo qualquer imprevisto que não me passa para já pelo juízo. Mergulhos não sei como não posso perder o comboio, vou ter de mergulhar cá nesta terra umas vezes para treinar, e fingir que não fico desiludido com o que não vir.

2007 está gasto, venha 2008. Saiam a mergulhar, entrem a pedalar, mas certifiquem-se que sairam mesmo, não queremos cá resquícios. Um 2008 porreiro pá, e tragam a taça (ou senão avisem logo para eu não perder tempo em viagens e hoteis e filas de bilhetes)!

Banda sonora de um 2007 frenético

Modernices que apareceram com o ano e vão ficar para os próximos:

Boa sorte

Encostos até fartar

Colheradas com fartura

Lado a Lado

Amigos. Uns quantos novos, uns quantos recuperados, uns quantos reforçados, o que é preciso é o cumbibio

Ilumine-se faxavor

Não me encontro, não me procurem, não me recomendo

Macacadas

Dave Matthews com fartura mesmo até ir de encontro a alguém (ou mesmo contra um muro)

Já ando a ter "chances" a mais sem as aproveitar, porra. O Natal tem destas coisas, pensava eu que conseguia aliviar a tensão mas é dificil, estou-me a pôr a jeito para apanhar mais porrada, mas cada um tem o que merece.

Fogo nas arcadas: primeiro estranha-se, depois entranha-se.

Se eu a tivesse escrito não saía melhor

Estas foram sacadas do baú onde estavam bem fundas, e agora é que se encaixaram:

Onde páras

Invisivel ou quê?

Selvático

E que raio interessa o resto?

Durmo um dia destes

Enorme problema de expressão

Esta, por diversas inúmeras e variadas razões, até no Mar Vermelho

Ainda sou meu


Muitas ficaram-se, temos pena, isto é o que me sai assim de repente, num dia de emprego e não trabalho. Outras são intemporais, de todos os anos. Bom 2008 novamente, e que apareçam para aí mais umas quantas músicas de encaixe que fazem sempre falta.

2007 telegraficamente

Perca peso (17kg and counting), pergunte-me como. Estás mais magro qualquer dia desapareces. Se te visse na rua não te reconhecia (isso é bom, penso eu de que, principalmente vindo de quem veio). O que é que andas para aí a tomar para andar assim, vê se páras com isso. Alimenta-te.

Pedaladas como se não houvesse amanhã. Pedaladas em Sintra, Arrábida, Monsanto, Mafra, Ericeira, Grândola, Algarves, entre outros. Pedaladas diurnas, taciturnas e nocturnas. Pedaladas diárias ou bi-diárias. Pedaladas mistas. Pedala aqui a ver se eu deixo. Pedalas com bicicleta velha e com bicicleta nova.

Férias com fartura que é disso que a malta gosta. Férias londrinas a rever amigo. Férias algarvias com neura e direito a pedaladas e a visita a Lisboa pelo meio para manter a sanidade. Novamente férias algarvias noutro cenário com boas companhias. Férias de mergulho (sim agora já sei para que é que tirei o curso) no Mar Vermelho, onde para ver peixes não é preciso chamá-los. Férias na mesma leva no Cairo, cidade alucinante frenética, mas que há que ver para acreditar, e com direito a pirâmides e visita guiada pela cultura árabe, que os europeus não conseguem atingir mas passa por ser hilariante para nós. Férias em casa é que não houve, porque a bem dizer não temos sitio a que se chame casa. Não sei se arrume o quarto ou se compre uma casa, o corredor que tenho que ainda me deixa espaço só até à cama está a dar cabo de mim.

Música e bandas com fartura. Mas para isso precisamos de uma posta extra. Já lá vamos.

2007 foi um ano claramente cheio de coisas. Muitas já nem me lembro. Coisas positivas e negativas. Vamos esquecer as negativas (não me falem em trabalho por favor, nem sequer em famelgas, muito menos em quedas de bicicleta com direito a crateras e tempo de inactividade, e de encontros imediatos do carro com um muro por ir a pensar no que não devo, o que vale é que o muro se desviou a tempo e só "raspou"), lembrar as positivas, e mudar de ano que este já está gasto.

E a passagem vai-se dar. Claramente por opção e não por falta de alternativa vai ser com as mesmas personagens do ano passado. Pode ser que à terceira seja de vez, porque creio que não vai haver quarta, gosto mais de fazer passagens com a amigos a sério, mas a ver se ao menos dá para como de costume beber até cair e tudo o que tenho direito. Se me fartar a meio ainda vou ter com a famelga longe como o raio, porque ao pé deles sempre estão uns quantos elementos atenuadores que podem fazer valer a pena a viagem.

Einen guten Rutsch in das Jahr 2008! Goodyear e vão mas é trabalhar malandros.

Eu é que sou o presidente dos encostos outra vez



Esta quando apareceu encaixava mesmo. Na altura que apareceu então ainda mais. Depois foi-se diluindo com o passar do tempo. Depois passou mesmo a hit nacional e começou a perder a piada. Agora que realizei que foi despromovida a banda sonora de uma novela da TVI pronto, atingiu o ponto mais baixo possível, desisto.

Para acabar 2007 em beleza

É escolher:







E porque eu às vezes penso que cá em casa há pessoal a torcer para que eu parta outra vez(*) a clavícula

12 - Palma's Gang ...



Podem falar, podem falar,
Que o meu lugar é andar e o meu passo é correr
De vez em quando a cantar de vez em quando a sofrer.
Podem falar, podem falar,
Mas estão a perder tempo se pensam que um dia me hão-de amarrar.

(...)
Um dia pus-me a lutar, com as minhas contradições
Estive quase a morrer, mas acabei por escapar.
Para quem ama a liberdade o importante é nunca parar


E não páro, não páro e não páro. Sábado Sintra e praias por todo o lado, e por causa disso deixei um amigo apeado, entrei em coma e tive de dormir até às tantas e falhei um compromisso. Parece que tudo correu pelo melhor, mas eu é que já não tenho idade para estas coisas e as férias dão cabo dos treinos. Vai-se a ver agora é que estou a precisar de férias.

Domingo promovido a guia improvisado em Monsanto, zzzttt zzzttt toca a aviar. Monsanto é duro, pá, mas até é porreiro, pá.

(*) Sim outra vez a clavícula, porque quando eu era puto alguém achou que eu era um brinquedo, meteu-me às cavalitas, deixou-me cair e poft, ficou qualquer coisa torta. Vai-se a ver era a clavicula partida, é assim a vida. Não me lembro de nada e ainda bem. Se calhar não me lembro de nada porque também devo ter batido com a cabeça e nunca recuperei em condições, o que explica muita coisa penso eu de que.

Com argumentos destes é fácil ter as salas de cinema cheias



O filme até se come. E a personagem até se comia. Esta era bem embrulhada com um lacinho e posta na chaminé, ai se era. E é isso. E para o ano há mais.

domingo, dezembro 30, 2007

Mulher moderna



- Olha podiamos ir ao cinema. Temos por exemplo este, estreou esta semana e dizem que é giro.

- Não, não, eu prefiro ir ver este (mais conhecido pelo filme da Soraia Chaves seminua ou nua completa).

- EEEEHHH eu por mim tudo bem.



Por diversas e várias razões a coisa depois não se deu, não houve Soraia para ninguém. E o lacinho na cabeça também ainda não foi desta. Houve prenda mas sem lacinho, temos pena. E há para ali mais duas ou três prendas mas ainda estão em banho maria a ver se se portam bem ou não.

quinta-feira, dezembro 27, 2007

Rica prenda



Se calhar esquecia isso das resoluções de ano velho, metia um laço na cabeça e ia ver se me oferecia a alguém. Agora até sou mais maneirinho, cabo em qualquer lado.

Há gajos com sorte




Intimissima em Lisboa. Eu fazia o serviço daquele marmanjo e levava mais barato, e como ninguém repara nele ia dar ao mesmo e sempre deixavam este tuga mais satisfeito.

Resolução de ano velho



Poucos mas bons, faltam uns diazinhos para mudar o ano. Não me meto em mais nada, vou desligar o telemóvel, deixar de responder e mandar SMS, e tratar de despachar a lista de pendências que se acumulou, para ir para 2008 de cabeça fresca e pronto a novas invenções. Até tenho estado espantado comigo mesmo, defini uma lista de objectivos e assuntos a tratar e tenho andado numa de aviamentos de tudo, só os que não há colaboração das partes é que nada feito. Por falar nisso já recuperei os dois quilos que perdi com o estado em que cheguei do Egipto, no entanto não sei muito bem como a carteira anda a emagrecer a uma velocidade estonteante, e eu a pensar que os ciganos tinham ficado todos lá.

Vamos lá a ver se resisto mesmo, se calhar o melhor é apagar uns quantos contactos, mas eu acho que tenho grandes hipóteses, o auto-controlo é uma das poucas virtudes que me reconheço. E prendas vou deixá-las no carro, até dia 31 não há entregas para ninguém, a não ser que apareçam nessas estradas à minha frente, mas mesmo aí é coisa para serem entregues em andamento. Até dia de reis ainda é dia, penso eu de que. Como diria o outro, para o ano há mais, ou se preferirem, para o ano é que é.


P.S: Obviamente faço uma excepção para voltas de btt. É óbvio. Mais que não seja porque ao fim de mandar a posta apareceu logo uma proposta no msn. Mas isso não conta, toda a gente sabe.

O peixe voador acabou por se safar



São especialistas em férias destinadas a mergulhadores. E neste aspecto safaram-se a 100%. O hotel era bom, o centro de mergulho (emperor divers) era excelente, os spots de mergulho igualmente, os mergulhos extra também, os barcos e equipamento eram do melhor que tenho visto, com espaço para uma pessoa se equipar à vontade, os guias e o pessoal dos barcos eram muito simpáticos e ajudavam sempre que preciso, não há nada a apontar neste aspecto.

Agora há outros pontos a apontar... quando se vai para o mar vermelho para um hotel chamado Coral Beach, ninguém pensa em perguntar se o hotel tem praia... mas não tinha. Tinhamos sido avisados que era uma zona ainda em exploração e que havia pouco que fazer além de mergulhar, mas a falta de praia apanhou-nos de surpresa. O que vale é que toda a gente que foi mergulhava (ou fazia snorkeling) e fomos todos no barco, e quando chegávamos do mergulho já era quase de noite e estava fresco já ninguém queria saber de praia nenhuma. Mas noutra altura era coisa para fazer falta, ou se fosse alguém não mergulhador havia de fazer mesmo falta. Havia hipótese de ir a praias perto, mas era com o autocarro do hotel, e eles cobravam-se bem... Mas assim ficou mais barato, como só não mergulhamos um dia fomos nesse à praia, e nos outros era só levantar e ir a pé até ao centro de mergulho dentro do hotel. Ficando alojado noutro sitio com praia tinhamos de pagar nos 5 dias as deslocações até ao centro de mergulho, a preço de turista...

Pelo diálogo que tivemos com o especialista em viagem de mergulhos que nos calhou desta vez, e explicações que ele nos deu de tudo, até sugestões de sitios para jantar e vários avisos, é fácil depreender que caso fosse alguém não mergulhador seria avisado para o que o esperava e seriam-nos apresentadas alternativas. Mas é sempre um "se"...

Aproveito para dizer que o centro de mergulho é europeu, gerido provavelmente por ingleses, assim como a maior parte dos centros de mergulho no Egipto. Pessoal com olho e rigor, que mantém aquilo na linha... O colega que mergulhou comigo cometeu a honestidade de dizer que não mergulhava há 3 anos e temos pena, foi obrigado a fazer e pagar uma revisão do curso, é assim a vida.

Em relação a viagens e transfers e excursões e tudo pelo Cairo não há nada a apontar, além das ciganices até dos guias, mas quanto a isso não há muito a fazer, e viva o Egipto. O "guia principal" ao fim começou com um discurso muito cativante e terminou com "já agora, no Egipto vive-se de gorjetas, e nós esperamos que cada um de vocês dê 10 euros, obrigado". AHAHAHAHAHA foi um momento quase tão hilariante como o trânsito do Cairo. E foi também quase tão hilariante como o outro que me meteu um pano na cabeça para tirar foto e depois quis dinheiro, ao que eu disse que só tinha notas grandes e ele sacou a carteira cheia de notas e disse que dava troco.

quarta-feira, dezembro 26, 2007

Tartarugas ninja

A mana mainoba:



A maibelha:


O domínio da arte ninja do atravessamento de estradas no Cairo



Não sei o que é que ele tinha no copo da coca-cola mas cheira-me que era alcoól. E por falar em cola o Cairo foi o único sitio no mundo inteiro que para me darem um whisky-cola me cobraram um copo de whisky, uma cola, taxa de serviço e IVA. Ofereceram o gelo vá. Um roubo destes não está ao alcance do mais comum dos mortais. O que vale é que deu para desabafar, com o barulho que lá estava consegui chamar-lhes os nomes todos que me lembrei e não perceberam grande coisa.

Homo Sapiens Mergulhus




Esta espécie também por vezes se encontra cá. Na zona da Graça, Miraflores, Sintra, e arredores, e muitas vezes também pelos algarves, mas em todos estes locais sem barbatanas. Circula muitas vezes também com um apêndice de duas rodas, noutras a pé, e ainda noutras num jeep pickup preta da renault capaz de levar uma manada de bicicletas lá dentro. O seu habitat natural são as águas do mar vermelho, e aqui sim surgem-lhe as barbatanas e a garrafa às costas.

Parece que estive 7 anos no Egipto

Depois de ler isto, fui investigar, e assim parece, ao fim de tantos anos chegou o metro a Santa Apolónia. Aproveitaram a ausência das minhas influências negativas para avançar com a coisa, mas eu ainda não acredito. Também não acredito que alguém tenha coragem de passar pelo Terreiro do Paço para chegar a Santa Apolónia de metro, mas isso é outra coisa.

Houvesse um natal todos os dias

Dando aqui uma volta de 180 graus no assunto, já regresso aos peixes mais tarde, hoje está a ser um dia de "trabalho" muito cansativo e tenho de ir para casa dentro de momentos.



Há-de haver mais Natais, penso eu de que. Esta vai legendada e tudo para se houver problemas com o inglês. E já agora, surgiu-me aqui uma dúvida não directamente relacionada no entanto com alguns pontos em comum, quem será esse tal de Carlos? (esta só é atingível por mim e mais ninguém, é que mesmo, há duas hipóteses, uma pela melhor outra pela pior, há que investigar mais fundo o assunto)

Mais algumas considerações egípcias

Primeiro que tudo após muitas reclamações, os postais. Foram enviados (entregues a quem os enviasse) dia 15 à noite. Sendo que dia 16 é Domingo, dia de trabalho egípcio, deviam-se ter posto logo a andar. No entanto lamento informar que ainda não chegou nenhum. É assim a vida, eu tentei, a gente espera, para o ano é que é. Também gostava de realçar que não me parece de todo descabida a hipótese de terem sacado os selos para revenda e passado corrector nos postais para enganar outro turista, daquela gente é de esperar tudo.

Também achei piada à justificação (antiga) que reafirmaram para não comer carne de porco. Sendo o porco um animal sujo, não se atrevem a comê-lo porque provoca doenças, e por estas razões as pessoas com mentalidade sã repugnam a carne de porco. E eu acho bem, principalmente que alguém diga isso no contexto Cairo, uma cidade gigante com lixo até ao tecto, e em que tem de se ter um cuidado imenso com as bostas de cavalo espalhadas pelos passeios e pelo alcatrão, que são mais que as mães. Inclusive paralelo ao Nilo há um canal que não é mais que uma lixeira a céu aberto onde se despeja o lixo das casas e os animais mortos. O que vale é que não há "tomates" para lhe tirar fotos. E há-de ser por essas e por outras que eu ainda hoje não estou a 100%, deve ter sido alguma carne de porco que lá não comi que me fez mal.

Tenho também que dizer que lá a passear não se vê cegos, coxos, pessoas em cadeiras de rodas ou bengalas, nem sequer cães. Presumo que morram todos novos, tem a ver com a selecção natural efectuada pelo trânsito do Cairo. No entanto tenho a confessar que só vi dois acidentes (toques mínimos) enquanto lá estive, e a unica espécie de atropelamento que vi foi um peão que atropelou um carro, porque não estava à espera que ele parasse.

Finalmente aviso toda a gente que for ao Egipto para levar uns bidons na mala. O gasóleo lá está a menos de 1 libra egípcia. Arredondando, está a 10 cêntimos o litro. Vou ali atestar o camião cisterna e já venho.

Wallpapers de borla





Eu não tenho a culpa que o mar vermelho seja azul. Acho mal mas não tenho a culpa.

Este num arrozinho é que era

Cá está uma rocha egípcia.




Mas espera lá que eu sou tuga e eu topo-os a todos e aquela rocha acabou de respirar.



Zzzzzt zzzztt não fujas não, depois diz que acabas num arroz, sim, que eu já ando farto de comida árabe cheia de picante.



Sim estas fotos têm cor. Foram tiradas em águas com 2metros de profundidade, com o Sol logo ali. Vê-se menos criaturas mas a bem dizer em termos de fotos se calhar era suficiente, nem era preciso meter cá garrafas às costas.

Mirror



Pedimos desculpa pelo tom azulado das fotos mas foi o possibilitado pelo material existente. Podiamos passar à explicação científica para o tom azulado, mas se calhar não temos tempo. Ah e tal o sol não chega lá abaixo e começa-se a ver menos cores e ficamos por aí. Com flashes externos e strobes e o caneco chegava-se a uma foto com cores a sério, mas isso depois também não reproduzia fielmente o que se vê, esse tom azulado é que é o real e aquele que é visível pelo homem a profundidades mais baixas, sendo assim eu não estou aqui para enganar ninguém tomem lá uma foto real.

Aceitam-se contribuições para um strobe decente para levar na próxima viagem e trazer fotos irreais mas mais bonitas. Até porque se calhar comprando um strobe depois não havia dinheiro para a viagem, e para tirar fotos em Sesimbra não há strobe que valha.

Buscando Nemo




O Nemo, a Nema, e dois neminhos (procurar com atenção ao centro, a ciência do "encontramento" de peixes não é para todos). Há ali claramente um neminho que me parece filho do padeiro, mas desde que o gajo não se importe, tudo bem. Vá não diria do padeiro, parece mais filho do trolha.

E fazer o banho do ano logo à meia-noite não?

Uma actividade de mergulho inédita levará cerca de 100 mergulhadores de todo o país a passar o fim-de-ano nas águas da Baía de Sesimbra são as novidades do Reveillon de Sesimbra 2007, apresentado pela Câmara Municipal, Associações de Comerciantes e Turiforum.

Cerca de 100 apaixonados pelo fundo do mar, que decidiram fazer história com uma das mais originais passagens de ano. À meia-noite, os mergulhadores vão iluminar o fundo da baía com um 2008 desenhado pela luz das lanternas.

Fonte



Ainda se fosse num sitio com peixes e água a mais de 15 graus...

Despertar doloroso

Só para complementar, depois da cabaaaaaaaaaaaaaaaannnnnnaaaaaaaaaaaaaa juuuuunnnnnnttttooo àààà praaaaaaaaaiiiiiiiiiiaaaaaaaaaaaa, passou-se para Delfins e Tony Carreira em Pan-pipes . Depois não hei-de eu querer fugir dali antes que dê em doido. Pronto, antes que dê em mais doido.

terça-feira, dezembro 25, 2007

Nunca mais é Natal

E pronto mais um Natal. O cumbibio correu pelo melhor, os doces lá foram sendo consumidos a conta-gotas para ver os que se aguentavam. Houve umas faltas justificadas ao cumbibio mas isso é o costume, somos poucos mas mesmo assim juntar tudo implica muito boa vontade e muito trabalho, e é coisa para ocorrer uma vez de 10 em 10 anos, assim sempre sabe melhor.

Em relação às prendas também me parece que não me saí muito mal. Deixei toda a gente surpresa e satisfeita. Ou isso ou são bom actores. A coisa deu trabalho e mesmo com pouco tempo acho que me saí bem. Lá surgem novamente as faltas mas não deu para toda a gente, é a vida, hão-de haver mais natais e carnavais. Ainda me faltam algumas entregas, há que ver e tal, portem-se bem senão ainda podem ser canceladas. Em relação a recebimentos estou farto de dizer que não ligo muito a isso, mas pela originalidade gostei dos boxers do pato, e da foto do ciclista anoréctico com cara de mau, essa vai já para a colecção.

No meio disto só houve uma coisa que pronto, não se faz. Acordar no dia de Natal com José Cid numa cabana junto à praia há-de ser o pior pesadelo de qualquer um. É que não se faz, porra porra.

Jose Cid - Na caba...

segunda-feira, dezembro 24, 2007

Acho que é desta que vou saber o que é uma gastrocoiso




E viva o Natal. E apesar de ter perdido dois quilos nos ultimos 3 dias e de andar cheio de dores de barrigas e diarreia, olhando para a mesa de Natal cheia de doces com bom aspecto e a chamar por mim, venham cá dizer-me que não posso comer e não sei quê chá com torradas e não sei quê canja e tal, está tudo doido ou quê? Eu nem gosto muito de chá, e a ultima vez que o bebi foi no Cairo, e tive de ir chamar pelo senhor gregório logo a seguir, sendo que a brincadeira ainda me ia saindo cara, porque a casa de banho ficava no segundo andar, e eu fiquei-me pelo primeiro, ainda por cima sem dinheiro para gorjetas no bolso.


Já dizia o outro, "Se a vida são dois dias, ao menos que calhe pelo Natal". Bom Natal!


P.S: Sim eu já regressei aos trilhos. Sim ontem mesmo. Siga para bingo. Confesso que levei papel higiénico no camelback, por via das dúvidas.

domingo, dezembro 23, 2007

Ora que porra




Passei da fase de alívios intermitentes de tempos a tempos incluindo alguns durante a noite, para a fase da rolha e constante dor de barriga. É assim a vida, ou se morre da doença ou se morre da cura.

Não sei se o Cairo teve azar comigo ou se eu tive azar com o Cairo

Ainda não digeri bem aquela cidade. Preciso de mais uma semaninhas para compreender o que por lá se passava. Ou então precisava de uma nova oportunidade, em 2 dias e meio tive a tal quebra de tensão, dor de barriga, diarreias, tive de vomitar duas vezes, dores de costas que depois percebi eram da cama, é azar a mais para me sentir bem e conseguir discernir o que via à minha volta.

Mas uma pessoa anda lá um bocado perdido... além do que vi em excursões, que tirando a ultima (porque não estava em condições) valeu a pena, acabou por ser um misto de andar à balda, com visitas a hotéis, bares de hotéis, restaurantes de hóteis, centros comerciais de hóteis, discotecas de hotéis, e assim. Esplanadas de valor é verdade, mas a bem dizer estava um briol que não se aguentava (cá está pior mais pronto). Também acho é que com calor, deve ser impossível andar ali... a trampa até ao tecto com calor não deve perdoar, só com máscara. No entanto ver o trânsito é um entretenimento admirável, a maneira como as coisas até fluem dentro do possível mete qualquer um de boca aberta. E tenho pena de não ter gravado os dois acidentes que vi. Obviamente eles nem pararam nem olharam nem nada, siga siga. Eu duvido que alguém tenha inventado isso dos seguros automóveis naquela terra.

E houve mais uns pontos que não deu para entender. A bem dizer vi bastante boa rapariga a usar burka. Outras boas raparigas não usavam, e estavam bem assim. Mas o que eu não tinha noção era que a burka já é usada como uma peça de moda. Não sei se é facultativa ou não, mas vi burkas da channel em alto estilo, inclusive via-se algumas que além da burka, ainda usavam óculos escuros da dior e assim, é que nem se viam os olhinhos. Basicamente o Cairo já está altamente ocidentalizado, e continua altamente árabe, da mistura sai o caos, o drama, o horror, a tragédia.

Afinal estou vivo

Porra que eu gostava de ser dono do Colombo ou do Corte Inglês durante um dia, e podia ser o de hoje. Muito se factura naquelas bandas. Mal se consegue é respirar lá dentro, mas desde que haja uns trocos para gastar tudo se faz. Sendo assim considero que cumpri o obejctivo que lá me levou, comprar a última prenda. Havia mais a quem oferecer, mas as circunstâncias e a má-disposição e a falta de tempo e vontade levaram a dizer que para o ano há mais. Eu gosto de oferecer mesmo que ache que não mereçam, mas tinha de ser algo bem pensado e com tempo, prendas genéricas custam muito a comprar, sendo assim temos pena.

E dou o capitulo consumista por encerrado. Não sem antes continuar a ficar como sempre pasmado com o sentido de orientação do animal "gaja" dentro de centros comerciais. Podem não saber andar na estrada, não acertar uma porra de um caminho, não se lembrar de como se põe o carro a trabalhar, mas nos centros comerciais basta perguntar pelo nome da loja e parecem egípcias melgas prestáveis, e quase nem pedem gorjeta ao fim.

Enquanto isso tenho também reparado que deve haver uma inúmera quantidade de egipcios que estão neste momento em Portugal, quiçá em férias natalicias, ou mesmo a mergulhar em sesimbra para ver como é que se mergulha como os machos, sim porque mergulho no mar vermelho com água quente e visibilidade de 30 metros e sem corrente é mergulho para meninos. A quantidade de asneiras que vi à minha frente na estrada, os carros que me tentaram abalroar, um que na rotunda do marquês passou um vermelho descaradamente e me ia entrando pela porta a dentro, etc. Ou eles andam aí, ou então é o costume, a combinação de emigras, pessoas que nunca pegam nos carros e aproveitam nesta altura, juntamente com o stress natalício.

Adeus mundo cruel

Escrevo nesta momento aquela que é bem capaz de ser a ultima mensagem deste blog, porque apresto-me a ser trocidado por uma manada de búfalos. Por diversas e várias razões, tenho de ir agora acabar as compras de Natal, e por um inúmero e variado conjunto de acontecimentos estas têm de ser feitas no Colombo. Portanto vou agora alegremente a caminho do Colombo num Domingo ante-véspera de Natal. Isto ainda devem ser resquícios do Cairo, ficou-me um tal gosto pela confusão que não sei se passo de hoje.

sábado, dezembro 22, 2007

Está fresquinho pá

Cá estamos novamente, na terra que me viu nascer. não se estava muito melhor, mas isto por aqui arrepia um bocado.

O mergulho foi espantástico, já para ver o Cairo em condições era preciso mais um bocado de estômago, aquilo é algo de diferente de tudo o que se possa pensar, parece que está em processo de auto-destruição mas eles levam tudo com bom-humor e dizem que é normal, e apesar do que custa atravessar uma estrada, a cidade parece completamente segura. O lixo que se acumula pelas ruas e a merda que chega à altura dos passeios deixa qualquer um um bocado impressionado. E um dia que se vire para os crimes e roubos não sei onde vai parar... O museu do Cairo, as pirâmides, todas as histórias dos faraós, as ruínas, os mercados, é tudo algo a ver pelo menos uma vez na vida. Entrar nas pirâmides por sua vez é que é algo para fazer só uma vez na vida, e é um trabalho só para alguns, mas interessa fazer para depois contar à malta. Aquele trânsito é que acaba por ser altamente stressante para quem não está habituado, mas lá está a ideia é observar e levar tudo com bom-humor, porque a verdade é que parece fluir dentro do possível, e é hilariante. Uma viagem de táxi no Cairo é melhor que qualquer volta de carrossel. No entanto aquela história dos europeus serem vistos como carteiras ambulantes ainda não me entra na cabeça. Vão trabalhar malandros, ou assim.

Agora resta-me não sei como meter as fotos todas no disco e analisar e escolher as melhores. É desta que vou precisar de férias das férias.

sexta-feira, dezembro 21, 2007

Afinal já alguém tinha pensado nisso

Estava ali escrito numa tshirt "I only came to see the pyramids, please leave me alone"

Até parece que estava mesmo a ver

Não sei se por causa das contrariedades da vida, hoje ando a penar doente pelas ruas do cairo, ainda por cima com o checkout já feito no hotel e sem sitio para ir dormir um bocado. Ontem na disconight, provavelmente por causa do calor, devo ter feito um reset, deu-me uma quebra de tensão, ia caindo e deixei de ver e ouvir e etc. Hoje já andei para ali a chamar o gregório, e ando tonto e morto de sono.

Isto é giro mas tinha acabado melhor se calho a ter ido para lisboa depois dos mergulhos. Raios me partam e a ver se vou dormir um bocado para baixo da ponte. E assim como ando não há souvenirs para ninguém, é a vida, prometo que para a próxima levo duas para cada um.

Festas do sacrificio

Enquanto por cá andamos decorrem estas festas. Segundo os egipcios tivemos muita sorte vir nesta altura, porque está toda a gente de férias e há muito menos gente e trânsito. Resta-me então imaginar como será nos dias normais.

E por falar em festas e sacrificios, vim agora com esta gente que nunca vai a discotecas a lado nenhum, pagar um balurdio para entrar numa disconight para ver ao vivo um sábado à noite egipcio. E pronto há que dizer que sim, tudo a bem da comunidade e para poderem ir para Lisboa contar histórias, enquanto eu cá estou a pensar na vida, e em como daqui a 4 horas tenho de estar a pé, e no fim-de-semana alucinante e de 4 dias que me espera quando regressar.

quinta-feira, dezembro 20, 2007

O que eu queria sei eu

Pronto associando tudo já sei como é que o meu cérebro decidiu que era interessante retornar à base, a culpa é das dores de costas. E dores de costas toda a gente sabe que passam é com umas massagens. E pronto voltamos ao mesmo do costume. Amanhã vou ali fazer um carregamento de souvenirs e sábado vou aí apanhar frio, porque o frio do egipto não é suficiente para passar o natal,

Frases a escrever em tshirts para andar pelo cairo

"I'm not arab"
"I'm arab please don't bug me"
"I'm portuguese, please help me cross the road"
"I'm portuguese but please don't talk to me about Manuel José"
"I don't need any help, fuck off"
"No thanks"
"I can take my own pictures"

E a minha preferida:
"Ide mas é trabalhar malandros"

Até que enfim

Serão saudades isto? Coincidiram com a chuva nas piramides (sendo que nunca chove no deserto as minhas fotos devem ser qualquer coisa de inédito), a deterioração da companhia, e uma dor de costas marada (esta deve ser falta de btt ou assim), começo a ficar quase contente de regressar. Isto é muito bom, o cairo é hilariante, alternativo e radical, o mergulho foi excelente, mas está quase na hora de ir a casa uns tempos até ao próximo regresso, não sei com quem nem quando nem onde, mas tenho de voltar ao mar vermelho, oh se tenho.

Cá estão elas

E está belo dia de sol no deserto, ou não. Aqui a quantidade de melgas egipcias prestáveis de mão estendida bate qualquer recorde, só visto, a ideia é ter notas pequenas no bolso e ir distribuindo.

E se agora mando isto é porque sobrevivi à primeira noite no cairo. Sendo que incluiu vários atravessamentos de avenidas, incluindo uma com 5 faixas, é obra! Anarquia completa e total, ninguém liga nem sequer aos policias de trânsito, e já vimos um toque entre dois carros. E pronto um toque e ninguém pára nem sai do carro e siga para bingo.

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Quarto com vista para o nilo

Cá estamos noutra freguesia, não sem antes dizer adeus às melgas de marsa alam, aposto que vão ter saudades minhas,deste sangue não sugarão mais.

O cairo não teve assim lá um grande começo, 90% dos nativos diz que eu devo ser árabe desde pequenino, e 100% diz "ah portugal, manuel josé". Confesso que preferia figo,rui costa,ronaldo, e se calhar até o famigerado "bacalhau com batatas".

Aproveito para dizer que eu era capaz de ficar horas na janela do hotel a ver o trânsito ,isto só visto ao vivo, quais sinais, quais luzes, quais passadeiras, quais faixas de rodagem, esqueçam tudo o que já viram. Pensava eu que fazer btt ou mergulhar com ou sem tubarões era radical, atravessar a rua no cairo é todo um mundo novo, só em modo ninja. Aconselho umas youtubadas por cairo street ou cairo traffic ou assim, e é ver.

Missão cumprida

Ontem noite oriental no oriente, dança do ventre e afins, e chega lá o egipcio, no seu melhor inglês arábico, ah e tal inchallah nhecknheck bork bork salamalek happy hour bla bla. Ora happy hour sim sim yes ok venha venha, e vai ele espeta com 3 sakaras em cima da mesa.

Homem que é homem come as abelhas e deixa o mel, e sendo assim toca de emborcar as 3 porque estava tudo de greve ao alcool. E pronto, aquele mijo de camelo ao inicio estranha-se, depois lá se entranha. E os balanços da cerveja devem ter contrabalançado os do barco da tarde, ontem até parecia que a cama não se estava a mexer.

E agora vou ali voar para o cairo e já venho.

terça-feira, dezembro 18, 2007

Sempre a aviar

Ora e chegaram assim ao fim as férias intensamente desportivas, com mergulhos intensos, viagens de barco intensas, e um tubarão avistado mesmo no ultimo mergulho. O tipo era grande, mas perante a nossa intensidade, não lhe restou outro remédio senão fugir. Está-se a acabar a boa vida, e só quero saber quem é que agora me vai conseguir convencer a voltar a fazer o sacrificio de mergulhar em sesimbra.

Amanhã vai ter inicio a parte intensamente cultural das férias, que começa logo com um despertar madrugador para ir voar para o cairo. É sempre a aviar, eu logo descanso quando algum peixe pedra me picar, ou quando algum tubarão me der uma dentadinha.

Cada vez que me lembro que não tarda nada é natal e ainda não tenho grande coisa despachada, penso que no mar vermelho junto ao chão ou atrás de uma pedra ficava bem escondido sim sr, e era bem mais seguro.

segunda-feira, dezembro 17, 2007

A curiosidade matou o gato, ou pelo menos molhou-lhe o rabo

Ora tuga que é tuga é aventureiro. E sentado numa sanita egipcia, a mandar um fax e a pensar na vida, vê-se uma "maçaneta" de lado. E ah e tal o que é isto,deixa rodar para ver. Porra para isto. O repuxo de água fresca que saltou da sanita directamente para a abrótea é fez-me dar un salto que ia batendo com a cabeça no tecto. E meter uns sinais a dizer "handle with care" não?

Esta vida de marinheiro está a dar cabo de mim

Por acaso confesso que até me habituava a isto, agora que me preparo para amanhã dar por finalizada a parte marinha da viagem e passar às piramides.

A arte de cavalgar as ondas não é para todos, mas só num dia é que estive quase a dar de comer aos peixes, num dia que tivemos de desequipar com o barco em andamento. Eu estava a ficar tonto, ofereceram-me um bocado de bolo, e eu fiquei um bocado a olhar para o bolo e ele para mim, tendo depois concluido que se calhar era melhor deixar o gajo ir à vida dele e ir-me deitar a correr.

Sem duvida um sitio a regressar, depois de injectar o bichinho do mergulho em mais uns quantos. Se calhar numa altura com mais calor e tal... E ondas mais maneirinhas... E se calhar trago o fato de casa porque me deram um largo que mete água por tudo quanto é lado, deve ter a ver com a anorexia ciclistica.

domingo, dezembro 16, 2007

Cá está

Esta fica para experimentar para a próxima. Agradece-se que rodem as fotos se elas estiverem mal, eu ospois componho isto se/quando voltar. Sim porque ainda não consigo ter saudades de certas e determinados fantasmas que pairam à minha volta na tugalândia.

Siga para bingo

O chão ainda está um bocado a tremer,ou isso ou estou bêbado, mas assim de repente não me lembro de ter bebido nada, tirando a sakara de ontem, que sabia a mijo, mas mijo de camelo de qualidade. E amanhã há mais, vamos lá embora, se o vasco da gama chegou de portugal à india numa caravela raquitica, o que é que pode correr mal aqui? Ou bem que se é tuga descendente de grandes navegadores, ou bem que se é rato.

Já agora, faltaram trazer umas quantas coisas. Tirando a óbvia, que não cabia na mala, é urgente sacar uma lanterna e um computador de mergulho, davam muito jeito e darão quando cá voltar (sem duvida vou voltar...). Um flash de jeito para a máquina e uma cena qualquer que desse para ver as fotos que se aproveitem também davam muito jeito igualmente (lá está isto são mergulhos de treino, há que voltar depois de tirado um curso de fotografia digital subaquática).

Também se cá voltar nesta altura convém não confiar muito nas previsões meteorológicas e trazer um agasalho, vai-se a ver quando os barcos aceleram a coisa refresca.

Finalmente urge trazer o fenistil e um mata-melgas, aqui no egipto há dois tipos de melgas:
¤ umas pequeninas com asas, que nos sugam o sangue e deixam borbulhas de souvenir (se calhar passa por varicela¿), adoram fazer voo rasante sobre as orelhas das pessoas e são mais que as mães parece que nascem das paredes;
¤ e outras maiorzinhas, sem asas e geralmente com bigode, que são muito prestáveis, e ao fim estendem a mão à espera da bela da gorjeta, mas estas melgas são mais fáceis de aturar,para quem atura arrumadores em Lisboa lidar com estes é canja.

Derivando

Radical isto, num barco grande e com ondas de 2m + iva + imposto ambiental egipcio, o motor avariou e ficou tudo à deriva. Ao menos se é para derivar sem rumo, que seja no mar vermelho num barco cheio de mergulhadores e garrafas de oxigénio, sempre dá para um gajo se ir entretendo enquanto não morre de frio (sim porque no inverno egipcio à nôte refresca).

O que vale é que o espirito desportista turista aventureiro radical impera por estas bandas, e ninguém se borrou no convés, nem sequer enjoos, com o barco a adornar 45 graus é obra!

sexta-feira, dezembro 14, 2007

Olha o gajo

Encontrei por ali o nemo,esse palhaço desse grande circo de anémonas que é a vida. Ele e a familia toda. E a dory, mais conhecida por peixe azul com alzheimer do filme do nemo. E raias. E peixes leão. E peixes borboleta. Ouvi dizer que também havia lulas mas eu cá é mais bolos. E etc e tal que eu não sou nenhum oceanólogo e não sei o nome da bicharada toda, além de que isto pronto, só visto.

E só naquela, se alguma vez forem mergulhar a marsa alam e encontrarem um peixe cinto de chumbos com 8kg agradece-se que o remetam para a minha morada, obrigados!

os polvos perseguem-me ou vice-versa

Pronto cá estamos. Este foi o vegetamento de ontem. Vegetamento é como quem diz,2horas de snorkeling à superficie com água a 24 graus e experimentar a caixa subaquática da máquina digital. E só nesse bocadinho de praia deu para ver metade dos peixes do catálogo. E lá estava uma porra de um polvo, a unica coisa de jeito que tinha visto em portugal, mas basicamente agora que já vi um polvo a sério reparo que ainda não tinha visto nada.

Neste momento estou esparramado ao sol no mar vermelho (que é tão ou mais azul que os outros), depois de feito o primeiro mergulho, e pronto, deve ter sido para mergulhar nesta terra que se inventaram os cursos de mergulho, isto é um espectaculo, é só o que sei dizer.

Também é bom saber que é a isto que eles chamam inverno, faz lembrar o nosso verão de novembro.

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Pitamburga

Cá estamos. Marsa alam olé olé. E tomem lá um hamburguer egipcio e não digam que nunca vos dei nada.

Levantei-me às 6 da manhã GMT, e cheguei ao destino às 24h GMT+2,muitas milhas aéreas e terrestres depois. Quais jet lag quais quê, estou perfeitamente adaptado à hora local, capaz de me deitar e dormir que nem um cavalo. Muito jeito deu o telemovel carregado de mp3, com os sons que me têm perseguido, afinal conclui-se que a distância não atenua grande coisa,só intensifica porque há mais tempo para divagar. Se eu continuar assim lá nas profundezas tenho de mandar internar.

Fiquei também a saber que para ir de lisboa ao cairo de avião se passa por barcelona. Ou isso ou fomos ver as vistas, o que também não é mau. Hoje é dia de vegetar egipciamente, para partir para a violência amanhã. Mar vermelho lá vou eu.

terça-feira, dezembro 11, 2007

Sugestão de prendas (1)


Esta já posso divulgar. Já a ataquei, já a espremi, e sendo assim está aberta a ser presente ao mundo. avidaportuguesa, ou umacasaportuguesa, itens, sabores e cheiros dos antigamentes, ali no Chiado. Prendas para o papá, para a mamã, para o avô e para a avózinha, para o tio e para a tia. Nostalgia para dar e vender e para fazer rejuvenescer os mais velhos, material vintage com fartura. Sim, os mais velhos, porque a maior parte do que lá encontrei ainda me ultrapassa. Há que dar mais uns aninhos à loja, deixa lá o público alvo passar a ser da próxima geração e tenho de passar a ir lá todas as semanas. Houve lá só um postal que tive de raptar para mim. Qualquer dia afixo aqui o gajo. A gente espera.

P.S: Aproveito para dizer que é tudo material dos antigamentes com preços dos agoras... como seria de esperar, penso eu de que. E a loja é tão tradicional, mas tão tradicional, que nem sequer há rede de telemóvel lá dentro. Isto sim é manter o realismo.

Egipto Here I go again and so on e desta é que é



Já vi os bilhetes. Já os tive na mão. Tenho quase ideia que esta já não escapa. Vou tentar mandar notícias, se houver rede na terra dos faraós. Entretanto o subsidio de Natal esteve na conta para aí cerca de 7 minutos. Foi entrar e sair. E se o subsidio de Natal pagou as férias, temos pena mas prendinhas só quando vier o subsidio de férias.

P.S: Por falar em prendinhas, já comprei umas quantas de reserva para o caso de o Egipto não ser muito produtivo. Mas os cromos mais díficeis ainda não foram contemplados. Ou diria antes as cromas, não sei bem. Também já comprei uma que falhou rotundamente. Não cabe. E quando não cabe, não cabe. Vou tentar com vaselina e muito jeitinho. Até já.

segunda-feira, dezembro 10, 2007

Mais do mesmo




Cá está ele outra vez. Pode ser que alguém me alugue lá uma burra para eu subir pela esfinge acima. E quanto ao facto de não sei quê não sei das quantas o nariz estar partido, tenho a dizer que não fui eu. Apesar de não se ter grande tracção na areia, eu lá me hei-de amanhar.

Já faltou mais




Bora lá subir e descer as pirâmides como se não houvesse amanhã. Também estou preparado para qualquer catástrofe que apareça amanhã e me deixe por terra. Já disse que desta vez só acredito quando cá estiver, depois do regresso e a ver as fotos.

Já agora, estes photoshops provam que uma arquitecta dá muito jeito em qualquer casa. Principalmente uma casa com um informático que não sabe photoshopar em condições.

Poetas de rua: O que tu queres sei eu novamente

Excelente definição de boa-vida

Para os pobres e infelizes que não sabem o que é bom, seguem duas outras perspectivas:


domingo, dezembro 09, 2007

Eu quero lá saber da bola





Ao fim de tanto tempo, o regresso aos camarotes da Luz, e desta vez com ilustrações para toda a gente que não acreditava no que eu sempre contei. E que regresso. Não aquilo não é vinho. E as latas também não são de cerveja. E o whisky que não está na imagem também não era whisky. Até porque toda a gente sabe que nos estádios não se pode vender alcóol. É óbvio. E o arroz doce ui. E a bôla, que delícia. E a frutinha, upa upa. E já falei no arroz doce? E as sandinhas de presunto e chouriço? E o queijinho com bolachinhas e tostas? E os sonhos? E ao intervalo o jantar? O peixinho maravilhoso? E da carne não falo, porque não lhe toquei, como é sabido e já disse a toda a gente, estou de dieta.

P.S: O jogo dizem-me que foi 3-1. Ganhamos. Ah bom. E viva o Benfica. E confunde-me haver tantos camarotes quase vazios cheios de comida lá dentro. Por falar nisso dedico esta posta a todos os individuos que convidei para ir aproveitar as duas vagas súbitas que apareceram em cima da hora e que se fizeram esquisitos. Temos pena é a vida. Peço desculpa aos não convidados, mas foi mesmo em cima. Aceito inscrições para a próxima vez, xau boas festas.

Estou a precisar de férias

Eu até era capaz de jurar que neste momento estou de férias, mas ainda não tive tempo de realizar tal ocorrência. Sábado de manhã sair a 200 à hora de btt para ir levar turistas a comprar pasteis de belém. Havia vários objectivos a realizar, mas nem metade foram cumpridos, começou logo porque ia distraído e enganei-me no caminho que queria levar para a expo. Depois o sr. Mugabe também andou a ver se não me fazia lá chegar, mas furaram-se umas barreiras, rastejou-se por umas trincheiras, desviar de umas quantas balas, e lá cheguei. No regresso cumpriu-se um objectivo que não estava previsto e que até há cerca de um ano sempre me pareceu impossível. Das várias subidas possíveis para a graça, escolhi para aí a 3ª mais escabrosa que me lembrei, e consegui fazê-la sem parar. A ver se paro com isto que se está a tornar assustador. E os pasteis estavam bons e recomendam-se. Tão bons que depois de amochar meia-horinha em casa fui ao longe como o raio levar uma dúzia de prenda de Natal. "Ah e tal estás tão magro, ah e tal come come", e eu pronto, comi.

Depois, chegar a casa, dormir umas horinhas e zarpar ali para Alverca entregar uma encomenda. Depois zzzzzt ala que se faz tarde, Sintra, com o seu micro-clima especial, nevoeiro, frio, chuva, etc etc. Quero lá saber, faça chuva ou faça sol, vamos lá subir como se não houvesse amanhã. E acabou-se de vez o mito que dizia que em Sintra não há lama. A ver se montam lá uns lavas-bicicletas e uns chuveiros, se faz favor.

Finalmente vir a casa mais umas horinhas arrochar ali na cama e zzzt, zarpar para a Luz. Mas isso aí dá só por si outra posta. E viva o Benfica.

Poetas de rua: O que tu queres sei eu

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Somos o mundo

E porque é natal:




Ou como se poderia chamar hoje em dia : "Um bando de gente foleira e mal vestida a cantar toda junta". Mas o que conta é que na altura era o que tinhamos. Se são estas recordações que nos ficam, é porque valeram a pena. E ainda bem que as cassetes gravadas numa mega câmera de filmar com as figuras de urso familiares cá de casa estão todas escondidas. Ou não.

Qual é a música?

20h. Saída do tunel do marquês para entrar na rotunda. Carros raivosos, fogareiros com fartura, autocarros, e eu quero sair logo ali. Semáforo verde. Qual é a música?



Sim tenho andado guns agora. É melhor andar guns que andar com guns, parece-me a mim. Sempre sai mais barato e dá menos despesa.

terça-feira, dezembro 04, 2007

Não houve condições




Como se pode ver este era o estado do Teatro Estúdio Mário Viegas ontem à noite. Uma inundação daquelas, sem um pingo de chuva. Se bem reparo pela imagem, estava tudo cheio de lama. E noto mesmo o estuque à mostra. Mas isso teve arranjo, eu bem que tratei dele em 97 minutinhos, ficou limpinho ao fim, aposto que hoje já houve espectáculo em condições. Depois mando a conta, factura é que temos pena. E essa cena de meterem cannabis nos gelados está muito mal contada.

Já posso ir de férias descansado

Bilhetes para o Euro-2008 só em Janeiro

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) só em Janeiro vai divulgar os pormenores relativos à comercialização de bilhetes para os jogos da Selecção no Campeonato da Europa de 2008, a realizar na Suíça e na Áustria.



Ah bom. Suiça concerteza. Também queria passar na Áustria, ver a Heidi, portanto tratem de ir à final se faz favor, obrigado.

Eu cá tigres é mais os camarões

Abertos e grelhadinhos, com o belo do alho e louro e manteiga, e limãozinho e tal, e vá picantezinho, no prato sem se mexerem muito. Mas destes também não posso dizer que não gostava de ver:




Ou bem que se tem tomates ou bem que não se tem. Não se mexam muito vá, eles estão com dor de dentes e gostam mais de dar dentadas ao "tacho" que em fatos de neoprene.

A Natureza tende a equilibrar-se




Eu a pensar que tinha ganho o fim-de-semana das baldas 3-2, e afinal a coisa ficou-se pelo 3-3. Vendo bem houve lá uma balda que vale por dois, mas não interessa, não vamos voltar a isso. Por falar em mergulho, estes ontem baldaram-se por causa de uma inundação no teatro. Deve ter sido tudo por causa da chuva qual chuva?

Curto e grosso



Posso parecer, ou fazer-me passar por isso, mas eu é que não sou parvo. A segunda manobra de bastidores que me voltou a deixar um bocadinho aborrecido vá. Agora menos que há uns tempos, mas mesmo assim não me parece que vá deixar passar assim tão de borla como da ultima.E como se costuma dizer, à terceira é de vez, resta-me ver se dou a outra face para haver oportunidade de terceira. Vamos desligar o telemóvel, fazer reset, emigrar para longe, e esperar que passe. Hoje acordei assim, e em vez de me virar para o outro lado para esperar que passe, tive de me levantar e vir trabalhar. Não se faz.

P.S: É tudo uma questão de cenas tristes e de manobras de bastidores. E o stress faz as pessoas, sem se aperceberem, andarem a 200 na IC19 e na A5, numa pickup preta da renault com barras. Eu peço desculpa se ontem viram um vulto a passar, mas tinha de ser, eu bem que tinha de aliviar o stress nalgum pedal, e estava o acelerador mesmo ali ao pé de semear.

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Marketing avançado (2)



Ah, daqui é que vêm as ideias de merda, agora sim fez-se luz.

domingo, dezembro 02, 2007

Vai mas é trabalhar malandro

Sessenta postas em Novembro? Seis Zero? Está tudo doido? E a este ritmo Dezembro faz isto explodir. Vai mas é trabalhar malandro!




Tomem lá mais um bocado dos eighties e não digam que nunca vos dei nada. Por estes dias anda mais Black que Wonderful, mas o que importa é que ande, ficar parado nunca.

È quase natal, É quase natal



Já se apresentou melhor o Natal. As idas ali a um canto escuro comprar um pinheiro natural, as idas à lagoa azul sacar musgo, montar o présépio com grande rigor, tendo o cuidado de dar sopapos ao gato cada vez que ele para lá subia para atacar o menino Jesus. Hoje temos uma árvore raquítica de plástico, que ainda está ali debaixo de algum móvel porque ninguém teve pachorra para a montar, um presépio cheio de figuras das lojas dos chineses, onde está mesmo o pai natal e o santo antónio (família de alfacinhas que é família de alfacinhas tem de ter um santo antónio no presépio).

E as prendas. Lembro-me de ter recebido uma bicicleta em tempos. Podia ter começado tudo logo aí, mas só deu para umas voltinhas, obviamente com rodinhas de apoio, e depois acabou no lixo. E não, não tinha playstation, e tinha só dois canais. Por outro lado também me lembro de ter recebido de uma pessoa que não gosto nada uma prenda que abominei: um par de peúgos. É que não se faz. Ainda aqui guardo esse trauma de pós-infância.

Os reencontros com a família sabem sempre bem. Os que reencontrar este ano já me viram magro, já não me chateiam mais com essa. Chateiam-me com outras, mas o que vale é que eu já estou completamente vacinado, passa tudo ao lado.

E de resto é isso. E como o pessoal só liga às prendas, posso voltar a falar de prendas. Tenho vários problemas com prendas. Um é que só gosto de oferecer, receber deixa estar, dispenso. Outro é que me custa não oferecer, mesmo sem esperar nada em troca. Também não sou capaz de comprar qualquer coisa só naquela do despachar, não sei fazer isso. Esta cena do Natal obriga-me a pensar e repensar, e vão morrendo uns quantos neurónios pelo caminho, de cansaço. Até ver já surgiram algumas ideias para amigos mais chegados, famelga mais chegada estou à espera de ideias luminosas, e restante povo em geral vou ver se tragos uns charros do Egipto, porque o pessoal anda a precisar de ficar alegre.

Egipto que eu acho que vou desta é que é. Porque se não for desta, aí então é que eu não me recomendo.

E Dezembro ainda agora começou




Encontro-me em estado de pré-constipação. Se calhar amanhã não trabalhava para poder ir de férias em condições. Era só uma ideia, que me parecia no mínimo brilhante.

E Dezembro começa assim, baldas atrás de baldas, coff coff atchim atchim, é a constipação habitual do fim de ano a chegar, deve ser da pressa, anda tudo com pressa do Natal e esta antecipou-se. E cá temos os novos a ficar velhos e os velhos a ficar mais velhos e doentes, vamos regressar à velha rotina das visitas semanais aos médicos e hospitais. E cá por casa tudo na trampa, se já com ambiente normal as coisas não deslizam grande coisa, com ocorrências e xutos no rabo e pré-reformas e afins, anda tudo virado do avesso, e como ninguém bate ao gato só sobro eu para descarregarem as frustrações. Depois lixam-se porque levam troco, porque essa cena do gajo porreiro já tinhamos visto que já acabou. Por falar em acabar é melhor fugir depressa antes que isto acabe mesmo mal. Porra.

Isto deve ser tudo da acumulação do stress. Preciso mesmo de um saco de porrada, porque isto descarregar tudo na bicicleta acaba por sair caro. Se eu tivesse uma parede minha para poder furar à vontade, este já cá morava.

sábado, dezembro 01, 2007

Porcaria de jogo



Porra. Ao menos houve cumbibio. Que o jogo, porra. Porra mas que porra. Porcaria de jogo. Porra. Se calhar vou-me deitar antes que mais alguma coisa corra mal hoje. Ainda há uma hora e tal para gastar, medo,medo. Não me mexo mais até ser meia-noite. Ainda bem que hoje foi feriado.

Freud explica



A bem dizer é tudo uma questão de expressão. E oportunidades. E afins. Vá está na hora da bola, fui ali e já vim. Lá está, o alivio da tensão que ocorreu há cerca de 3 semanas tornou tudo muito mais simples. Uffff.

Deve ser do frio

Quem sou eu? Eu não devo ser eu. Ia jurar que me baldei a dois passeios de bicicleta hoje. E ia jurar que depois de ser baldado a um amanhã, me tratei logo de "inscrever" noutro, ao qual acho que por sua vez vou acabar por me baldar. A ideia é meter o despertador longe da cama, para ter de dar um salto para o desligar.

Também era capaz de dizer que depois de acordar para me baldar ao primeiro passeio da manhã, fechei os olhos e dormi até quase à 1 da tarde. Quem sou eu? Não me lembro da ultima vez que fiz tal coisa. Se calhar estava mesmo a precisar e ainda não tinha reparado.



Também era quase capaz de dizer que hoje, em dia de Benfica-Porto, estive no estádio da Luz, com pouca gente nas bilheteiras, e entrei, fiz o que tinha a fazer, e vim-me embora. Antes tivesse comprado bilhete, porque entretanto como Deus castiga, balda com balda se paga e já recebi a balda da noite, agora nem jogo nem nada. Vou ver se vou "wasting time" para algum lado, que aqui não se aprende nada. Aquela cena do gajo porreiro nunca mais tem fim, é que eu não aprendo e acabo por ter só o que mereço. E ainda andava eu com ideias natalícias tristes, o Natal é quando o homem quer e tem tempo, e eu nem tempo nem quero. Vou ali ver se ganho vontade ao Egipto e já venho.

Ao menos a ver se hoje é 15-0. Ou vá meio-a-zero. Ou vá Petit dá para Luisão que marca de cabeça aos 80 e tais. Ou deixa jogar o Mantorras e o Adu. Ou não sei, amanhem-se mas ganhem, e pouco barulho.

Cada vez mais concluo que ando só "Wasting time"



Ou no fundo é mas é este:
"To me Wasting Time is about how there are people who are so bothered by what everyone else is doing that they forget who they are themselves."

quinta-feira, novembro 29, 2007

Por falar em sapos



Confesso que porcos a andar de bicicleta costumo ver regularmente, sapos nunca tinha visto. E a música é booonita. É ver.

Está mesmo quase

taxi - cairo.mp3



E eu estou mesmo quase constipado. E constipado não se pode mergulhar. Mas isto com dois ou três raios de Sol a coisa passa. Digo eu. Nem que passe à paulada, mas tem de passar.

Este homem é um mister



Há que dobrar a lingua, Senhor Rui Costa, se faz favor, que o respeitinho é muito bonito. Cor-de-rosinha é que não havia necessidade, tinha de ser vermelha, vermelhinha, vermelhona. Para o Natal venha uma, se bem que me quer parecer que não lhe devia dar muito uso, estou a contar "voltar" à luz só mais uma vez esta época, no ultimo jogo para me despedir do Senhor. Deixa-me cá ver,
SL Benfica - V.Setúbal 11-05 16H00

A ver se reservo este fim-de-semana. E nem me importo de festejar o título ao mesmo tempo, até dava jeito.

Já agora que falo nisso, porque é que aquela gente só joga bem quando lhes apetece? Sociologicamente e cientificamente alguém se devia debruçar sobre o assunto. Se alguma vez algum dia estivemos quase mas mesmo quase quase quase a ganhar ao Milan foi ontem. Porra que nunca mais aumentam o tamanho das balizas. E porra que o Cardozo parece um cepo.

Ginginhas há muitas seus palermas

Aproveito para dizer que o "arte à espreita" é perto da ginjinha do rossio que está fechada mas que por sua vez é perto da ginjinha sem rival que consta que está aberta. Por sua vez temos os pasteis de belém logo já ali de um lado, e as casas de fado logo já ali no outro. Um mês destes quando houver pernas pode-se fazer um passeio às sete colinas sobesobesobedescedescedesce, com direito a visita aos miradouros todos. Fazem-se visitas guiadas de btt, vamos a casa, vendemos para fora.

P.S: Por acaso conheço um director dos palermas. Por acaso não é assim muito palerma, é palerma q.b. . E conta histórias de bacalhaus remolhados em autoclismos, e outros que tais, que me deixam sempre agradado, e que ficam para outra oportunidade. Mas agora que falo nisso anda para aí um bacalhau a precisar de ser remolhado, ai anda anda.

Espreita aqui a ver se eu deixo








Consta que anda para aí um novo conceito, de seu nome ArtBuilding, aproveitar obras para fazer arte. Este da foto é nos Restauradores, na Rua Jardim do Regedor, e há outro no Chiado, Rua Victor Cordon, nº 27. Gostei da ideia e pelo menos esta parece-me bem conseguida. Há que coiso, ver, e tirar fotos directamente porque roubar ao meia-hora não se faz pá!

quarta-feira, novembro 28, 2007

Mais um fragmento da minha vida no youtube



Palavra de honra. È isso. Só falta a parte do "encostar o nariz molhado e frio à cara", que normalmente tem como efeito uma sapatada, que não resulta porque o gajo já está preparado. E eu nem gosto de gatos. Pronto, agora ao fim de tantos anos já a bem dizer que gosto de um. Mesmo com tacos de basebol à mistura e agora que aprendeu a ladrar, dá um certo jeito para desabafar lá em casa. Ele que se livre de um dia destes lhe dar o badagaio, nunca mais lhe perdoo!

Estou quase quase a engolir o batráquio



Vou-me preparando. Fazer uns quantos exercícios para o bicho escorregar melhor. Parece que o Egipto e os peixes voadores metem um gajo na neura, mas depois voltam para nos assombrar, e desta parece que voltam a bem e que vai ser mesmo de vez, e até com mais variedades e direito a ver o Egipto dentro e fora de água. Lá está, eu ainda estou de pé atrás, só acredito quando tiver os bilhetes na mão. Mas a serra eléctrica que ainda lá tenho, juntamente com as confirmações de que está tudo reservado, levam-me a estar um bocado mais confiante. Sendo assim a gente espera. Com um bocado de sorte (vou e quando vier) há atraso nos voos e passo lá o Natal. Ou não, porque já tenho esse fim-de-semana preenchido. Se houver atraso eu prometo que encomendo um charter para vir ao evento, ou venho a nado, mas lá estarei.



Baum Baum Baum para ti também. E canta enquanto podes, que não tarda nada estás na frigideira, porque eu cá sapos crus nem pensar. Quando muito grelhados por cima e fritos por baixo.

Para logo e para sábado se faz favor




Aos 80 e tais, Petit marca um livre e Luisão de cabeça afinfa com ela lá para dentro. Pode ser aos 83 ou aos 84, é como quiserem. Até pode ser de calcanhar depois de um lançamento. O que dava jeito era que fosse. Por acaso nas duas vezes que já resultou estive lá. Vejam lá se precisam de ajuda, se me vierem cá buscar ainda lá dou um salto.


P.S: Esta foto tem muito que se lhe diga. Muito mesmo. Fica para outro dia, hoje não temos tempo. Implica por sua vez para a obra ficar completa passar para o pc um bocado de um video que está lá para casa em dvd, tarefa essa que está na minha todo-list há alguns 2 anos. Vá, 2 anos e meio. Essa e outras. Como diria o outro,
Amanhã sem falta da parte da tarde

segunda-feira, novembro 26, 2007

Dá todo um sentido à expressão : "Quem não sabe jogar faz lançamentos"



Binya é o nome, e por acaso nem joga assim tão mal. Distribui é fruta com fartura, e racha lenha como ninguém. Este a rachar lenha, o Beto" eu marquei um golo ao Manchester" a vazar olhos e acartar móveis, e o Fernando aGuiar a camioneta, isso é que era um meio-campo de peso.

P.S.: Não sei se calcanhar de Luisão, se calcanhão de Luisar, mas que foi hilariante foi.